Como um planejamento de carreira pode ajudá-lo a ir mais longe

Se tivéssemos que definir planejamento de carreira em poucas palavras, poderíamos pensar em um conjunto de metas cuidadosamente estruturadas com a finalidade de guiar o profissional até seu objetivo de carreira, ou seja, o cargo dos sonhos. Na prática, esse planejamento evita que o jovem advogado ou o bacharel em Direito tome, ao longo do caminho, decisões improvisadas ou motivado por emoções e paixões momentâneas.

Mas não parece uma boa ideia relegar seu futuro profissional à sorte ou ao acaso, não é verdade? Então não cometa esse erro você também: confira agora mesmo nosso artigo e conheça alguns pontos importantes relativos ao planejamento de uma carreira de sucesso nos diferentes campos de atuação relacionados ao Direito. Veja como já começar no caminho certo:

A importância do planejamento

O planejamento racional e realista de uma carreira se mostra extremamente importante na medida em que geralmente substitui possíveis sentimentos de euforia ou frustração, bem como alivia a constante pressão que leva o profissional a fixar seu pensamento apenas em ser promovido o mais rápido possível.

Uma boa dica é iniciar o planejamento de trás para frente, ou seja, partindo do cargo almejado para, a partir daí, criar um caminho que o leve até ele. Vale se perguntar sobre quais os tipos de experiências são realmente necessários para ocupar o cargo dos sonhos e sobre a qualificação exigida. Perseguir a conclusão dessas metas já é um começo promissor.

As carreiras públicas

Sabe-se que, na maioria dos casos, o acesso a um cargo público se dá mediante a aprovação em concurso de provas ou de provas e títulos. A chave do sucesso, portanto, está na capacidade de organização para os estudos, bem como no desenvolvimento de uma inteligência emocional capaz de manter a disciplina e a motivação.

Muitos candidatos sentem a necessidade de dividir o processo em etapas. Trata-se do chamado “concurso escada”. Assim, buscam a aprovação em provas para cargos mais acessíveis, enquanto continuam perseguindo a aprovação em provas para cargos intermediários. Por fim, dedicam-se ao ingresso na carreira realmente desejada. Elaborar um planejamento, nesse caso, pode ser fundamental para que o candidato não perca o foco de seu objetivo final, contentando-se com menos no meio do caminho.

A advocacia privada

O advogado que opta por atuar na advocacia privada deve trilhar um longo caminho para conquistar a tão sonhada posição de sócio. Para tanto, os especialistas em carreiras jurídicas apontam que o profissional deve, antes de tudo, tornar-se uma referência dentro de sua especialidade. Em outras palavras, deve construir um nome sólido no mercado, devidamente associado à qualidade de atendimento ao cliente, bem como ao notório saber jurídico. A partir daí portas se abrem.

O ramo empresarial

O profissional que atua no âmbito empresarial deve se atentar para a importância da multidisciplinariedade de sua formação e de seus conhecimentos específicos. Para representar os interesses da empresa e aconselhar seus órgãos deliberativos, é necessário conhecer não apenas o Direito, mas também as atividades operacionais de outros setores, bem como o mercado em que atua. Assim, qualquer plano de crescimento profissional dentro de uma empresa não poderá ignorar a constante busca por novos conhecimentos e desafios.

Resta lembrar que, independentemente da carreira escolhida e do caminho a ser percorrido para se alcançar o objetivo, o profissional do Direito deve sempre procurar dar continuidade aos estudos, uma vez que exerce uma atividade predominantemente intelectual, sendo seu principal instrumento de trabalho, a lei, objeto de constantes modificações. Então inclua esse importantíssimo detalhe em qualquer que seja seu planejamento e corra atrás de seu sonho!

Para você que está em dúvida, não deixe de conferir nosso e-book O Guia Definitivo do Advogado Recém-Formado.

Agora comente aqui e nos conte sobre seus projetos! Qual carreira pretende, a princípio, seguir? Já colocou seu planejamento no papel? Por onde pretende começar? Compartilhe seus planos conosco e participe!

 

6 dicas fantásticas para deslanchar sua carreira como advogado correspondente

Não são só os recém-formados em Direito e os advogados que ainda não se decidiram sobre sua área de atuação que optam pela advocacia correspondente. Esse é um excelente campo para a ampliação dos rendimentos e o crescimento na carreira. Então que tal conhecer algumas dicas para você entrar nesse mercado tão rentável e gratificante de modo que você consiga render ao máximo na carreira? Confira já nosso artigo e comece já com o pé direito:

Trabalhe sua organização como um todo

Para se dar bem nesse setor é fundamental que você seja um profissional extremamente organizado. Mas vale lembrar que essa organização não se limita somente à parte física do local de trabalho — com a arrumação dos papéis, documentos e das ferramentas operacionais de modo adequado —, mas também à gestão do tempo, a fim de que se dê conta da programação do dia, sem perder quaisquer diligências ou tarefas. O advogado correspondente deve ter tempo hábil para cumprir bem aquelas funções delegadas a ele, porque muitas outras partes e etapas contam com essa eficiência.

Esteja sempre aberto ao aprendizado

Trabalhar como advogado correspondente é uma forma de se aprender muito sobre uma determinada área jurídica ou para se conhecer outras disciplinas com as quais não está tão acostumado a operar. Dessa forma, além de poder se aprofundar bastante na teoria sobre certa demanda ou diligência, o advogado vai visualizar, na prática, como tudo aquilo funciona. Ou seja, o trabalho como correspondente pode ensinar muito e em muito pouco tempo, ainda ajudando a entender com quais matérias jurídicas você mais gosta de trabalhar!

Elabore uma boa gestão de finanças

O trabalho de um advogado correspondente consiste na prestação de um serviço feita por meio de contratação direta — em geral para outro profissional do Direito ou para um escritório de advocacia. Isso quer dizer que você deverá se precaver, controlando suas finanças para o caso de épocas de menor demanda. Você pode investir em um software de gestão financeira, por exemplo, ou, ao menos, manter planilhas atualizadas com todas as suas entradas e saídas de recursos. Assim será possível fechar adequadamente as contas no final do mês sem se desesperar ou entrar no vermelho!

Mantenha-se sempre acessível

Em qualquer trabalho, principalmente naqueles serviços realizados à distância, os problemas de comunicação costumam ser graves empecilhos para o andamento dos procedimentos. Como o mundo jurídico é sempre carregado de prazos, sendo que o cumprimento de diligências e de atos processuais deve preencher ritos e tempos apropriados, o advogado correspondente deve ser facilmente encontrável em seus canais de contato — seja por telefone ou até e-mail.

Seja extremamente responsável

Pequenos lapsos ou erros podem significar a perda de uma demanda, a impossibilidade de se protocolar um recurso ou até mesmo o prejuízo de grandes somas de dinheiro. É essencial, portanto, que se tenha atenção plena aos prazos, à maneira correta do desenvolvimento dos atos processuais e ao adequado cumprimento de diligências e acompanhamentos processuais. A responsabilidade foi colocada em suas mãos. Trate-a com o devido cuidado!

Inscreva-se em uma plataforma on-line

Existem, hoje, plataformas on-line de busca por profissionais que trabalham como advogados correspondentes, que se inscrevem e passam a fazer parte de um banco de dados do país todo. É importante, portanto, que você se faça presente justamente onde as empresas e escritórios vão procurar pelos bons serviços de correspondência jurídica. Então o que ainda está esperando?

Se interessou sobre o assunto? Para que você possa se especializar nessa área de atuação, não deixe de baixar nosso E-book: O Guia Definitivo da Advocacia Correspondente.

E você, tem essas qualificações ou se sente capaz de aprimorá-las? Então você tem grandes chances de se sair muito bem como um correspondente jurídico de grandes escritórios no país. Pois faça seu cadastro no Juris Correspondente e se prepare para desempenhar as mais variadas funções do mundo da lei!

Quais funções um advogado correspondente pode desempenhar?

As funções de um advogado correspondente  são de suma importância no dia a dia de um escritório de advocacia, motivo pelo qual têm se tornado presença constante nos corredores dos fóruns do país inteiro.

Durante os últimos anos, muitas sociedades se deram conta do quanto têm a ganhar com esse modelo de trabalho e, como consequência, tornaram sua prática profissional mais enxuta, competitiva e adequada à dinâmica processual trazida pelas inovações que ampliaram substancialmente o acesso à justiça e o volume de causas distribuídas ao advogado.

O advogado correspondente é um profissional qualificado que oferece um amplo leque de serviços para os quais está capacitado, sendo que os limites de sua atuação dependerão sempre do que for previamente pactuado com o contratante.

Mas o que exatamente esse colaborador pode fazer? Confira agora mesmo nosso artigo e conheça algumas das diligências que podem ser delegadas a esse profissional:

Estabelecimento de limites

Talvez uma das maiores vantagens de se contar com o apoio de um advogado correspondente seja o fato de que sua atuação se dá na exata medida das necessidades do escritório. Não há, portanto, uma regra a ser seguida ou uma fórmula mágica que funcione para todos os casos.

Os substabelecimentos a eles conferidos podem conter a limitação de poderes para realizar um único ato processual ou podem contar com um conteúdo mais amplo, permitindo uma intervenção maior. Tudo depende do que for devidamente convencionado entre as partes.

Realização de audiências

A realização de audiências de conciliação ou de instrução e julgamento, principalmente no âmbito dos juizados especiais, tem sido uma das tarefas mais buscadas pelos escritórios. Trata-se de um ato em que a presença do advogado é indispensável, no entanto, nem sempre há a necessidade de que esse advogado seja um dos membros da equipe do escritório.

Muito pelo contrário, na maioria das vezes, a função exercida pelo procurador e pelo preposto se limita a realizar a composição amigável do litígio com base em valores previamente autorizados pelo cliente ou simplesmente não realizar o acordo, remetendo-se à peça de defesa ou à petição inicial.

Suporte logístico

Outra circunstância em que o trabalho do advogado correspondente se mostra bastante útil é na realização de diligências acessórias ao processo. Sabe-se que da distribuição da petição inicial até a emissão da certidão de trânsito em julgado, o advogado deve recolher custas e taxas judiciais, atender tempestivamente às ordens do magistrado, protocolizar petições e recursos, realizar o pagamento dos honorários de peritos e tomar conhecimento dos atos praticados pela parte adversa e pelo juiz por meio da vista aos autos.

Todas essas atividades podem ser realizadas por um advogado correspondente e, na maioria dos casos, sem a necessidade de substabelecimento de poderes, desde que, evidentemente, a demanda não tramite sob segredo de justiça. O objetivo é fazer com que a equipe de advogados do escritório possa se dedicar a outras atividades, como o atendimento aos clientes e a elaboração de petições e recursos, otimizando o tempo e os custos administrativos do escritório.

Resta apontar que nem sempre todas as respostas aparecem de imediato. Toda mudança pressupõe algum período de adaptação. Assim, é natural que o escritório e seus advogados correspondentes iniciem suas atividades conjuntas de forma tímida, para, com o passar do tempo, intensificarem as operações.

O importante é que o relacionamento seja pautado pela confiança mútua e pela boa comunicação, sendo certo que nem uma nem outra são adquiridas instantaneamente. Construa uma boa relação com esses profissionais e conte com uma ajuda extremamente qualificada sempre à disposição!

Como se destacar como correspondente jurídico

Para construir uma boa relação com os escritórios de advocacia e se destacar no mercado da advocacia de apoio, é fundamental que algumas práticas sejam exercidas. Separamos algumas delas:

Mantenha uma boa comunicação com seus clientes

O advogado correspondente deve entender que, sobretudo nas primeiras contratações, o escritório pode demonstrar algum tipo de insegurança. Afinal, o correspondente atuará em nome do patrono dos autos, de modo que qualquer erro será incumbido a ele.

Dessa forma, o contratado deve primar pela boa comunicação para transmitir segurança, mas também para garantir que o trabalho será desempenhado exatamente nas datas e formas que o contratante solicitou.

Assim, é fundamental acordar com o escritório todos os termos do cumprimento da diligência, tirar todas as dúvidas que venha a ter sobre o seu cumprimento, assim como sanar as dúvidas que seu cliente possa apresentar, sempre de maneira ágil e com cordialidade.

Seja organizado em seu dia a dia

O advogado está acostumado a trabalhar com controle de prazos, pois isso não pode ser diferente no trabalho como correspondente. Nesse contexto, é muito importante que se mantenha a rotina organizada, a fim de cumprir todas as obrigações como advogado de apoio, dentro do tempo disponibilizado pelo contratante.

Assim, é importante separar o horário e os dias da semana em que serão cumpridas as diligências, sempre que a flexibilidade do seu cumprimento permitir. Isso porque algumas diligências devem ser cumpridas nos horários designados, como as audiências. Desse modo, é interessante reservar um horário livre para alocar essas diligências.

Atualmente, existem alguns aplicativos que podem ajudar nessa organização, como o Google Agenda e o Evernote. As ferramentas tecnológicas devem ser exploradas para auxiliar na boa prestação do serviço.

Busque conhecimento sempre

O trabalho de diligência pode ser prestado nas mais diversas áreas do Direito e pode ser de diversos tipos, desde um simples protocolo de petição, passando por uma audiência de instrução e julgamento, até serviços de cartórios. Essa diversidade, por sua vez, não pode servir como óbice à prestação do serviço, e sim como incentivo.

No entanto, é fundamental que o advogado procure sempre aprender e pesquise antes de fazer alguma diligência inédita, não só para não fazer errado, como também para se enriquecer profissionalmente, contando com uma ampla base de conhecimento.

Seja responsável com o seu trabalho

Pode parecer desnecessário destacar essa dica, mas o trabalho do advogado correspondente deve ser prestado com responsabilidade e seriedade, na medida em que um erro pode implicar na perda de uma causa para um colega de profissão e, consequentemente, na sua desmoralização como advogado.

Nesse sentido, se não for possível realizar a diligência no dia combinado, entre em contato com o contratante e se certifique de que pode ser feita no dia seguinte. Caso contrário, peça a um colega para cumpri-la.

Se se comprometer a fazer uma audiência, principalmente de instrução e julgamento, procure ler o processo e sanar todas as eventuais dúvidas com o advogado responsável. Se não souber alguma coisa, essa é a oportunidade de aprender. Mas nunca faça algo sem saber como deve ser feito.

Atuar em qualquer uma das funções de um advogado correspondente requer organização, dedicação e zelo, mas será uma ótima oportunidade de aprender, de fazer contatos e de se destacar na carreira.

Agora que você já sabe quais as funções do advogado correspondente e quer se especializar ainda mais nessa área de atuação, não deixe de baixar nosso E-book: O Guia Definitivo da Advocacia Correspondente.

Você já trabalha ou pensa em trabalhar como correspondente jurídico? Quer se aprofundar no assunto? Aproveite para ler nosso post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

Quais são os requisitos para se tornar um advogado correspondente?

A advocacia correspondente é uma área de atuação que tem crescido muito durante os últimos anos, e, com isso, oferecido muitas oportunidades de trabalho. E esse desenvolvimento é visto como uma ótima possibilidade pelos jovens profissionais ainda em início de carreira e também por aqueles advogados mais experientes que desejam mudar o rumo de suas vidas profissionais, buscando uma atividade mais autônoma.

E assim como qualquer outra especialidade, o advogado correspondente também deve ter um conjunto de características e conhecimentos que o habilite a exercer adequadamente suas funções. Mas, afinal, o que é necessário para ser um advogado correspondente? Pois confira agora mesmo nosso artigo e conheça algumas das principais exigências que o mercado impõe sobre esses profissionais:

Inscrição na OAB

A inscrição nos quadros da OAB é a única exigência legal para exercer a função de advogado correspondente. O profissional que atua na área deve ter, naturalmente, capacidade postulatória para juntar documentos, produzir e protocolar petições, acompanhar a parte em audiências e ter acesso aos autos do processo. Saque sua identidade funcional do bolso e parta para a ação! E vale lembrar que os estudantes que já possuem suas carteirinhas de estagiários emitidas pela OAB também podem atuar como advogados correspondentes. Quer hora melhor para encontrar sua vocação?

Organização e diligência

O advogado correspondente deve ser capaz de organizar muito bem sua rotina, aumentando a produtividade de seu trabalho e cumprindo em tempo hábil as tarefas que lhes forem confiadas. O dia a dia de um advogado correspondente é marcado por muitos compromissos, sendo que a realização dos atos processuais pode ocorrer em diferentes varas, fóruns regionais e juízos. Assim, é preciso manter uma agenda e um calendário sempre atualizados para que não se perca um prazo sequer, causando prejuízos irreparáveis ao cliente e à parte.

Dedicação e compromisso

A dedicação e o compromisso com o trabalho, na maioria das vezes, podem ser representados por uma postura mental adotada pelo profissional. No caso do advogado correspondente, é preciso levar em consideração que, a partir do momento em que uma tarefa é distribuída, o profissional deve empregar toda sua dedicação e diligência para executá-la da melhor forma possível, independentemente de qualquer outro fator. Esse é o nível de compromisso que se espera de um advogado que exerce funções de apoio ao longo de um processo judicial.

Agilidade e proatividade

Essas são características fundamentais para que se enfrente bem os desafios cotidianos do fórum, na medida em que há sempre a possibilidade de se deparar com imprevistos — como atrasos na pauta de audiências ou um comportamento inesperado vindo da parte adversa, por exemplo. Dessa maneira, o advogado deve ter uma boa capacidade de adaptação, de agilidade no raciocínio e de improvisação.

É importante destacar, também, a agilidade em seu sentido literal, já que o deslocamento e o planejamento do profissional são fundamentais para evitar, por exemplo, que seja decretada a revelia do cliente devido a um mero atraso a uma audiência.

Além de todos esses atributos, é necessário, ainda, que o profissional tenha a habilidade de saber se portar diante do mercado, criando uma imagem positiva e um nome de confiança junto aos seus clientes. Em grande parte, isso pode ser obtido com a prestação de um serviço de excelência, mas o profissional deve sempre procurar ir além, oferecendo um diferencial, estando sempre disponível e caprichando no atendimento e, por que não, na apresentação pessoal.

Pensando no aperfeiçoamento profissional dos advogados correspondentes, preparamos um e-book gratuito com O Guia Definitivo da Advocacia Correspondente.

E então, você tem todos os atributos para se tornar um advogado correspondente? O que ainda falta para completar essa checklist de qualidades? Comente aqui e compartilhe suas opiniões e impressões conosco!

 

Sozinho ou em grupo? Como começar seu negócio na advocacia

Os primeiros passos na advocacia não são fáceis para ninguém. Conquistar uma base regular de clientes e conjugar um bom atendimento ao acompanhamento dos feitos é um desafio que se mostra logo de cara. No entanto, não se pode esquecer que uma das principais decisões a serem tomadas nessa fase, que diz respeito à própria estrutura do negócio, apresenta-se antes mesmo do início das operações: começar sozinho ou em sociedade?

Quer ver, agora mesmo, como cada modelo oferece suas vantagens e desvantagens? Então confira nosso artigo e aprenda que o momento correto para promover mudanças na estrutura é de fundamental importância:

Advocacia autônoma

Começar sozinho pode ser ideal para o advogado que deseja adquirir experiência e conquistar clientes sem precisar arcar com um grande investimento inicial. A verdade é que esse modelo de negócio pode ser implementado com uma estrutura simples e o profissional pode realizar grande parte de suas funções a partir de sua própria residência, desde que disponha de uma estrutura mínima — como um telefone fixo, um computador conectado à internet, livros e manuais de referência atualizados e o necessário material de escritório.

O primeiro atendimento ao cliente pode, a princípio, ser realizado no fórum, em escritórios compartilhados oferecidos pela OAB ou em algum outro local de sua preferência, desde que adequado à ocasião. É importante salientar que, mesmo advogando de forma autônoma, o advogado não é obrigado a trabalhar sozinho o tempo todo. É possível trabalhar em parceria com outros colegas, principalmente nas causas que não se encaixem dentro da especialidade do profissional,  por exemplo. Nesse sentido, o trabalho em equipe, bem como a divisão dos honorários advocatícios, acontece de forma pontual e caso a caso.

Sociedade de advogados

A sociedade pressupõe que, em regra, todo o trabalho e os respectivos honorários sejam compartilhados e repartidos entre os sócios. Por isso, é essencial que o profissional escolha colegas de sua inteira confiança, que tenham uma rotina de trabalho semelhante à sua. A grande vantagem da associação é o corte de custos administrativos e a unificação da base de clientes, criando, assim, um ambiente de trabalho mais estável.

Imagine, por exemplo, que um advogado autônomo já tenha um volume de processos e uma base de clientes no limite do que consegue administrar sozinho. Nesse caso, poderá alugar uma sala de escritório e contratar uma secretária, funcionários administrativos ou um estagiário. Entretanto, é possível que todas essas providências venham a onerar sua atividade a ponto de inviabilizar sua própria subsistência. Com a criação de uma sociedade, esses custos podem ser repartidos e o impacto tende a ser bem menor, especialmente nas contas de profissionais em início de carreira.

Independentemente da escolha pela advocacia autônoma ou pela formação de uma sociedade, um ponto em comum salta aos olhos: o advogado deve sempre buscar ser reconhecido pela excelência e economicidade dos serviços prestados. Esses valores se traduzem no bom atendimento ao cliente pautado em um relacionamento transparente e ético, na qualidade da representação judicial dos interesses por ele defendidos e na redução dos custos para o cliente. Com relação a esses pontos, é imperativo destacar o papel da advocacia correspondente, na medida em que se ganha tempo e economiza dinheiro tanto para o cliente como para o próprio advogado ou escritório.

Para você que se formou a pouco tempo ou possui pouca experiência prática, preparamos o Guia Definitivo do Advogado Recém-Formado para te ajudar.

E então, ficou ainda alguma dúvida ou tem uma sugestão a dar? Participe da conversa deixando aqui seus comentários e compartilhando suas ideias e experiências!

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4 ferramentas on-line para facilitar a vida do advogado

O dia a dia de um advogado é, normalmente, extremamente atribulado. Não é nada fácil lidar com grandes responsabilidades em relação aos mais diversos clientes e às inúmeras etapas dos processos. E você há de convir que, quanto mais competente o profissional é, mais serviço terá para dar conta, não é mesmo?

Mas a tecnologia pode ser uma grande amiga nessa hora. Existem diversas ferramentas que podem facilitar a vida do profissional de Direito, agilizando e otimizando as tarefas de sua rotina. Quer descobrir quais são os melhores recursos disponíveis no mercado? Então confira agora mesmo nosso post e não fique para trás:

Asana

Esse é um programa que pode facilitar não só a vida do advogado, mas a organização geral do escritório. Com ele você pode criar projetos e dividir e delegar tarefas, com prazos bem definidos e com os responsáveis devidamente designados para cumpri-las. Ali você tem uma lista de serviços, uma caixa de mensagens e até um perfil de cada funcionário.

Em formato de site de internet, é essencial para um bom gerenciamento de equipes, tendo até um quadro virtual com tarefas e atividades do ambiente corporativo. A plataforma serve para unificar seus colaboradores, deixando bem claro o que se espera deles e controlando melhor os resultados.

Conheça o Asana

Evernote

Usando o sistema de armazenamento em nuvem, o Evernote permite que você crie notas para não perder nenhuma ideia ou insight importante! Você poderá ainda compartilhar com os membros da sua equipe o que bem entender, tendo acesso aos arquivos de qualquer lugar estando online na internet. Você pode arquivar documentos, compartilhar as notas e até fazer brainstorms. A ferramenta ajuda muito no avanço de projetos, facilitando a visualização de textos em formato de notas, arquivos em PDF, fotos e oferecendo até um espaço colaborativo, onde poderão ser feitas reuniões.

Conheça o Evernote

GoodReader

Esse aplicativo é excelente para a visualização de documentos, mas é bom ressaltar que ele faz mais do que isso. Com mil e uma utilidades, o que mais chama a atenção é sua capacidade de sincronizar arquivos em diversos servidores — como o Google Docs e o Dropbox, por exemplo.

No caso específico das necessidades de um advogado, uma possibilidade interessante é sincronizar os arquivos de um cliente antes de ir para o tribunal, bem como a possibilidade de acessá-los durante a audiência. Através de seu navegador de documentos com abas, será fácil ter, em tempo real, todas as informações necessárias.

Conheça o GoodReader

Dropbox

Muito popular e simples de usar, o Dropbox é um sucesso. Nele, o profissional pode armazenar arquivos, pastas e documentos em nuvem, acessando-os quando preciso. Ele preserva as estruturas organizacionais em pastas e arquivos, de maneira simultânea, entre os dispositivos móveis e os computadores. Disponibiliza gratuitamente 2 GB e cobra certo valor por um espaço maior. Por mais que se pague por essa possibilidade de armazenamento extra, continua sendo um excelente custo-benefício para o usuário.

Conheça o Dropbox

Ao experimentar essas ferramentas você, certamente, vai turbinar seu planejamento e organizar toda sua papelada e seus compromissos. E essa organização possibilita um salto não só na execução do seu trabalho, mas também na sua própria qualidade de vida, pois reduz o estresse e otimiza seu tempo. Traga a tecnologia para seu escritório a facilite seu dia a dia!

E então, você já faz uso de alguma dessas ferramentas? Comente aqui e nos conte como a tecnologia melhorou sua vida profissional. E se tem mais sugestões para enriquecer nossa lista, não deixe de dividi-las conosco. Participe!

Como trabalhar como freelancer jurídico e não perder os cabelos!

A rotina de um profissional freelancer é bastante diferente daquela de um trabalhador com vínculo trabalhista ou de um empreendedor que administra o próprio negócio. E no mundo jurídico não é diferente. A advocacia autônoma também tem um conjunto peculiar de vantagens e desvantagens em relação aos advogados que atuam em empresas, escritórios ou mesmo no setor público. Apontaremos, ao longo deste artigo, algumas dessas especificidades às quais o advogado deve se adaptar para que possa exercer suas funções com tranquilidade. Confira!

Rigorosa organização

A possibilidade de montar o próprio horário de trabalho, adequando-o da melhor forma possível a outros compromissos, é uma das grandes vantagens em ser um colaborador freelancer. No entanto, é preciso tomar cuidado para que essa liberdade não venha a se transformar em um pesadelo. Sabe-se que a perda de um único prazo processual pode inviabilizar a pretensão do cliente em juízo, portanto, o advogado nunca deve deixar as tarefas para a última hora, já que é preciso prever a possibilidade da ocorrência de imprevistos — como panes em computadores ou impressoras, trânsito e falhas de sistema, por exemplo.

Quando se trabalha em equipe, os lapsos individuais podem ser devidamente complementados pela atuação do grupo. Mas isso, obviamente, não ocorre quando o advogado atua sozinho. Portanto, o profissional deve ser extremamente diligente com a administração de seus compromissos. É fundamental manter um calendário rigorosamente atualizado e adquirir experiência a ponto de identificar a concentração de trabalho como um sinal de alerta. O acúmulo de muitas audiências no mesmo dia não é um bom sinal, pois sabe-se que o pregão pode demorar se a pauta estiver atrasada, por exemplo.

Administração dos rendimentos

Sabe-se que a remuneração do advogado autônomo depende, essencialmente, de honorários convencionais, sucumbenciais e eventuais participações sobre o resultado útil do processo. Isso faz com que os rendimentos sejam auferidos em intervalos de tempo irregulares e em quantias variáveis. As despesas básicas, por outro lado, costumam ser regulares e fixas, como as contas de energia elétrica e internet, pagas uma vez ao mês, e a manutenção do registro na OAB, paga uma vez ao ano. Não resta outra alternativa senão criar uma reserva nos meses em que o advogado tem superávit, para auxiliá-lo nos meses em que poderá ter um eventual déficit.

Networking

Ampliar a agenda de contatos e manter um relacionamento saudável com clientes e outros colegas da mesma área são fatores cruciais para o profissional autônomo. Um serviço bem prestado somado a uma boa comunicação faz com que o advogado crie um nome no mercado e seja indicado para outras causas. E com o aumento no volume de trabalho é sempre bom ter colegas de confiança também autônomos, já que uma boa e confiável parceria pode salvá-lo, por exemplo, do risco de ter duas audiências marcadas para o mesmo horário e não poder comparecer a uma delas.

É sempre bom lembrar que o autônomo geralmente passa por dificuldades quando o assunto é estrutura. A ausência de um escritório físico, de funcionários administrativos e estagiários pode ser um fator limitador da sua potencialidade. No entanto, com organização e trabalho, esses obstáculos podem ser contornados. Grande parte do trabalho de um advogado pode ser realizado em um esquema home office, desde que tenha acesso a um computador, um aparelho multifuncional, materiais de escritório e bons e atualizados livros de referência. O atendimento ao cliente pode ser realizado em locais públicos, como restaurantes e cafés, ou escritórios compartilhados fornecidos pela OAB.

Sabia que uma oportunidade para o freelancer é ser um advogado correspondente e ter mais uma fonte de renda? Se interessou sobre o assunto? Para que você possa se especializar nessa área de atuação, não deixe de baixar nosso e-book: O Guia Definitivo da Advocacia Correspondente.

 

 

6 dicas para mandar bem no primeiro atendimento ao cliente

Duas grandes preocupações de um advogado iniciante são, sem dúvida, as audiências e o primeiro atendimento ao cliente. Por mais que saibamos que a melhor forma de aprendizado é a prática, resolvemos elaborar um post com seis dicas fundamentais para se conseguir oferecer um bom atendimento ao cliente. Então confira agora mesmo e tire já suas dúvidas:

Estude bem o caso

Antes de sequer marcar a primeira reunião com o cliente, é sempre bom solicitar o envio de um resumo dos fatos por e-mail, já que, muitas vezes, a causa pode não ser tão simples quanto inicialmente aparentava ser. Dessa forma, o advogado terá a oportunidade de ler os fatos com a calma necessária, consultando a lei e realizando uma pesquisa de jurisprudência antes de propor o melhor caminho a ser seguido. Lembre-se de que a função do advogado não se limita à representação judicial do cliente. Em algumas situações, a orientação para que sejam tomadas determinadas providências antes do ajuizamento da demanda é fundamental para o bom andamento do processo.

Saiba agir em momentos de crise

Se o cliente procurou sua ajuda é porque, certamente, teve — ou imagina ter tido — um de seus direitos violados. Saber lidar com o sentimento de injustiça e a frustração dele decorrente é fundamental para o bom advogado. Aqui devemos nos atentar para o aspecto humano da advocacia, sendo a paciência e a escuta atenta o melhor caminho a ser seguido.

Evite o uso de linguagem técnica

Caso seu cliente não seja um colega da área ou uma empresa com um setor jurídico bem aparelhado, é sempre bom evitar o uso do que se convencionou chamar de “jurisdiquês”. Mesmo que o profissional cometa alguns deslizes técnicos, o foco deve estar na boa comunicação, ou seja, você precisa entender e ser devidamente entendido.

Seja transparente

Na prática, ser transparente significa não fazer promessas vazias — nunca dê certeza de que a causa será ganha No mais, é importante deixar claras, desde o primeiro encontro, as condições em que o serviço será prestado e elaborar um contrato de honorários que deve ser lido, entendido e assinado pelas partes.

Não se esqueça da tutela antecipada

Durante o primeiro atendimento, desde o momento em que o advogado toma ciência dos fatos, ele deve estar atento à probabilidade do direito, o perigo de dano  e o risco ao resultado útil do processo. Podemos citar, por exemplo, o caso de uma pessoa hospitalizada cuja operadora do plano de saúde negue a cobertura de determinado procedimento médico, ou, ainda, uma empresa de telefonia que tenha cortado a linha telefônica de que o cliente faz uso no exercício da sua profissão. Essas questões simplesmente não podem aguardar o provimento jurisdicional final, não podendo, o advogado, esquecer-se de pedir a tutela de urgência.

Permita que o cliente leia a petição inicial

Muitos jovens advogados se preocupam apenas em recolher a assinatura do cliente no instrumento de procuração e no contrato de honorários, deixando-o atordoado em meio a tanta novidade. No entanto, é bom que a petição inicial também seja assinada pelo representado. Com isso, o cliente vai poder realizar pessoalmente uma revisão do trabalho do advogado e verificar se existem detalhes a serem corrigidos. Além do mais, isso faz com que o advogado possa agir com mais segurança ao longo do processo, principalmente nas audiências, caso o cliente apresente uma nova versão dos fatos que contradiga a petição inicial.

Por fim, não podemos deixar de lado o fato de que os relacionamentos com os clientes devem ser inteiramente pautados pelo profissionalismo e pela ética, sendo sempre bom conhecer as normas previstas no Estatuto dos Advogados e as orientações fornecidas pela OAB.

Para se tornar um Expert na advocacia, não deixe de conferir nosso e-book O Guia Definitivo do Advogado Recém-Formado.

Deixamos de mencionar alguma dica importante? Qual das nossas sugestões vai ser mais útil para você? Comente aqui e compartilhe conosco suas experiências!

Guia do advogado: saiba qual é a postura adequada em uma audiência

O que fazer e como se portar em uma audiência são dúvidas frequentes para os advogados em início de carreira ou aqueles mais acostumados ao trabalho burocrático — fazendo peças e mais peças jurídicas e analisando contratos dentro das instalações de um escritório, sem participar tanto da vida do Fórum em circunstâncias de embate direto com outro causídico. O conhecimento jurídico deve guiar quem vai à audiência, sem dúvida, mas não é tão simples assim. Afinal, há todo um conjunto de regras a serem seguidas que, se não forem respeitadas, poderão resultar em situações constrangedoras para todos.

Que tal saber de alguns detalhes bem válidos para qualquer tipo de audiência, seja no âmbito civil, penal ou trabalhista? Então não deixe de conferir agora mesmo nossas dicas:

Cuidado com as roupas

O advogado deve se trajar de acordo com a formalidade da profissão, ou seja, preferencialmente com roupas mais sóbrias e que respeitem a famosa moral e os célebres bons costumes. Dessa forma, é necessário sempre evitar o excesso. Os advogados do sexo masculino devem se apresentar preferencialmente em ternos, de cores sóbrias. No caso das advogadas, vestimentas com decotes muito profundos ou roupas muito curtas estão, obviamente, fora de cogitação. Uma entrada imponente na sala de audiência tem início com a preparação, bem antes de se chegar lá. Então não pule essas etapas!

Seja pontual

É importante chegar cedo ao Tribunal onde a audiência ocorrerá, de maneira que, quando o pregão acontecer, você e o cliente estejam preparados para entrarem na sala. Ao adentrarem o aposento, cada parte senta em seu devido lugar, acompanhada de seu representante legal. Em uma audiência cível de conciliação ou de instrução e julgamento, o advogado do autor se senta à direita do magistrado, à mesa, e o advogado do réu se senta à esquerda, cada parte com seu representante. Nas audiências trabalhistas, no entanto, essa disposição se inverte. Se há dúvida sobre onde se sentar, não demonstre tensão, simplesmente deixando que o outro advogado tome seu assento primeiro. Depois, é só ocupar o lado contrário da mesa.

Caso você esteja com dúvidas, procure se informar com algum colega advogado mais experiente, que já esteve nestas situações, sobre a postura adequada para cumprir o ritual de uma audiência. Desta forma, você consegue evitar que haja insegurança de sua parte (fatal para o trabalho do advogado), na hora da audiência.

Atenção ao palavreado

Não use gírias, palavras de baixo calão ou expressões nada técnicas quando estiver diante do magistrado e da parte adversária na audiência. E não se esqueça de orientar o seu cliente a fazer o mesmo, guiando-o a, inclusive, evitar se expressar muito emocional ou ofensivamente. Comportamentos inadequados podem acarretar em punições, seja para você, seja para seu cliente. Afinal, o tribunal é um espaço cuja formalidade deve ser prontamente respeitada por todos os presentes.

É interessante, sempre no dia anterior, ou poucos dias antes, da audiência, que você explique ao seu cliente qual deve ser o comportamento correto no tribunal, diante do juiz. Oriente-o quanto aos rituais que ele deverá seguir, e explique para o cliente que as perguntas do juiz devem ser prontamente respondidas, sem rodeios, mas somente na exata medida do que for perguntado.

Transmita credibilidade

Cada audiência tem um conjunto de atos processuais específicos, o que vai variar bastante de acordo com cada caso — como a tentativa de conciliação, a fixação de pontos controvertidos, a fase probatória e as alegações finais, por exemplo. O mais importante é estar bem preparado, tanto no plano jurídico como no que diz respeito ao conhecimento daquele caso em especial, de modo que transmita grande credibilidade quando for se dirigir ao juiz ou à outra parte. Esse cuidado facilitará o convencimento favorável do magistrado, além de, claro, passar segurança ao seu cliente, que certamente estará enfrentando um momento difícil e decisivo de sua vida.

Conclusão

Com boas práticas e atenção a coisas simples, o advogado poderá cumprir muito bem seu papel e produzir uma excelente performance nas audiências de que fizer parte. Dessa forma, você será cada vez mais capaz de atrair novos clientes, e o respeito no mundo jurídico.

Depois de aprender qual a postura adequada em uma audiência, que tal assistir a série de vídeos feitas pelo Juiz de Direito José de Andrade Neto e se tornar Expert em audiências! Aproveite também para ganhar experiência prática vendo a atuação real de outros profissionais através do nosso parceiro Audiências Online.

E você, já passou por alguma atribulação em audiências? Como normalmente se prepara para esses eventos? Comente aqui ou em nossas páginas no Facebook e no Twitter e compartilhe suas experiências conosco!

5 conselhos essenciais para todo jovem advogado

O jovem advogado que deseja trilhar uma carreira de sucesso na advocacia sempre começa sua jornada com muitas dúvidas e incertezas. Isso acontece porque as universidades, em sua maioria, não preparam o aluno para o mercado de trabalho com uma abordagem prática. Assim, todos acabam passando por essa fase de instabilidade. Então lembre-se de que, muitas vezes, é melhor ter dúvidas do que certezas absolutas. Confira nossa dicas para enfrentar melhor esse desafio e começar sua carreira com o pé direito:

Dedique-se

A carreira de todo advogado é escorada em um pilar fundamental de sustentação: sua reputação. E para que tenha uma reputação imaculada, não basta que o advogado seja ético do ponto de vista profissional, não tendo praticado qualquer conduta desabonadora. Uma reputação se constrói com muitos anos de trabalho duro e, sobretudo, com a manutenção de uma postura de sempre oferecer o melhor de si para o cliente. Portanto, o profissional deve sempre buscar se superar.

Mantenha uma boa rede de contatos

É sempre bom manter um relacionamento cordial e saudável com clientes atuais e passados, bem como com os demais profissionais da área. Muitas vezes um simples gesto de simpatia ou generosidade pode destacá-lo de uma massa de profissionais e fazer com que você seja lembrado por isso no futuro.

Melhore sua comunicação

É fundamental que um advogado saiba se comunicar bem, tanto pela fala como pela escrita. A oratória se mostra muito importante durante audiências e sustentações orais e pode fazer a diferença na decisão do magistrado. Ademais, é muito importante saber falar com o cliente, transmitindo-lhe as informações de seu caso de forma segura e precisa — observando que nem todos os clientes têm conhecimentos na área jurídica e, por isso, o advogado deve ter a habilidade de repassar informações sem se valer da linguagem técnica. E vale aqui ressaltar que também é fundamental a atenção à escrita, já que questionável se torna a fala de quem não consegue colocá-la no papel.

Não pare de estudar

O Direito é uma ciência em constante desenvolvimento e exige que seu operador esteja sempre atualizado. Se possível for, faça pós-graduações e especializações para se tornar uma referência na área. Tais cursos são, também, grandes oportunidades para expandir seus contatos profissionais.

Mantenha-se sempre informado

Não basta manter-se atualizado com relação apenas ao Direito. É necessário que o advogado acompanhe as mudanças sociais e tecnológicas que ocorrem diariamente no local em que atua. Apenas assim poderá entender o que o cliente espera dele e identificar novas oportunidades para conquistar mais clientes e prever demandas de trabalho que se avizinham.

Seja um advogado empreendedor

É compreensível que, muitas vezes, o advogado trabalhe para viver e não o contrário. No entanto, não podemos, nunca, fechar os olhos para a possibilidade de advogar por conta própria ou de tentar uma sociedade em um escritório, trabalhando para promover uma marca de qualidade e excelência no mercado. É claro que essa opção tem o seu próprio tempo, mas é importante tê-la, desde o início, como norte.

Lembre-se sempre de que, havendo, no exercício da advocacia, paixão, planejamento e trabalho, o sucesso sempre estará mais próximo.

Ainda restou alguma dúvida ou tem alguma sugestão? Deixe seu comentário e participe da conversa! E não deixe de conferir nosso Guia definitivo do advogado recém-formado!