Otimização Jurídica: Os Vantajosos Resultados de Contratar Advogados Audiencistas em Diversas Localidades para o Escritório Jurídico

Para escritórios ou departamentos jurídicos, a estratégia de contratar advogados audiencistas para atuar em múltiplas localidades tem se revelado uma tática eficaz para fortalecer e expandir a amplitude dos serviços prestados. Esse modelo oferece uma série de vantagens valiosas, repercutindo positivamente na capacidade do escritório de atender a uma variedade de demandas jurídicas em diferentes regiões.

Ampliação da Presença Jurídica e Acessibilidade a Serviços Legais

Ao contratar advogados audiencistas em várias localidades, os escritórios jurídicos conseguem ampliar sua presença geográfica. Isso não apenas facilita o acesso dos clientes a serviços jurídicos, mas também permite uma resposta mais ágil e eficiente às demandas específicas de cada região.

Especialização Local e Conhecimento de Contextos Jurídicos Regionais

Cada localidade tem suas próprias particularidades legais. A contratação de advogados audiencistas locais permite ao escritório aprimorar sua representação legal, contando com profissionais que possuem conhecimento especializado e prático dos contextos jurídicos locais.

Resposta Rápida e Eficaz às Demandas dos Clientes

Ao ter advogados audiencistas em diversas localidades, os escritórios jurídicos podem responder mais rapidamente às necessidades dos clientes em diferentes regiões, reduzindo atrasos e otimizando o tempo de resposta para solucionar as demandas legais.

Adaptação às Complexidades Jurídicas Regionais e Atendimento Customizado

A presença de advogados audiencistas em diferentes localidades possibilita uma abordagem mais personalizada e adaptada, levando em consideração as complexidades legais específicas de cada região e as necessidades individuais dos clientes.

Utilização da Tecnologia para Facilitar a Interação e a Prestação de Serviços

A integração de advogados audiencistas em diferentes localidades com recursos tecnológicos possibilita uma comunicação eficiente e uma colaboração mais dinâmica, promovendo o uso de ferramentas para reuniões virtuais, revisão de documentos e interações com clientes.

Conclusão: Potencializando a Eficiência e a Qualidade na Prestação de Serviços Jurídicos

A estratégia de contratar advogados audiencistas em diversas localidades otimiza significativamente a capacidade de um escritório ou departamento jurídico de oferecer serviços legais eficazes e abrangentes. Esta prática não só fortalece a representação legal do escritório em várias regiões, mas também permite uma atuação mais eficiente e adaptada aos diferentes contextos jurídicos.

A contratação de advogados audiencistas em diferentes localidades por um escritório jurídico representa um investimento na qualidade e eficácia dos serviços prestados, enriquecendo a abrangência e a resposta a demandas legais variadas em diversas regiões. Esta abordagem demonstra um compromisso com a excelência na representação jurídica, consolidando a presença do escritório em diferentes contextos geográficos para atender as necessidades legais dos clientes de maneira ampla e eficaz.

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Os Prepostos Especializados em Audiências nos Juizados: A Importância e Contribuição Crucial no Sistema Jurídico

Nos corredores dos tribunais e juizados, os prepostos especializados desempenham um papel fundamental, oferecendo suporte vital aos advogados e às partes envolvidas nos processos jurídicos. Especificamente nos juizados, onde a resolução de questões de menor complexidade é buscada, a presença e a expertise dos prepostos se tornam ainda mais relevantes.

O Papel dos Prepostos nos Juizados

Os juizados especiais desempenham um papel crucial no sistema judiciário, tratando de demandas de menor complexidade e valor financeiro, geralmente proporcionando uma justiça mais ágil e simplificada. É nesse cenário que os prepostos especializados encontram sua relevância, oferecendo suporte técnico, administrativo e até mesmo representação, principalmente em audiências.

Assistência Técnica e Administrativa

Os prepostos especializados se destacam ao oferecer uma gama de assistência técnica e administrativa. Eles colaboram na preparação de documentação, auxiliam na coleta de evidências, orientam as partes envolvidas sobre procedimentos legais, contribuem na redação de petições e na organização de processos, assegurando que os trâmites ocorram de maneira adequada.

Representação e Presença nas Audiências

Uma das contribuições mais significativas dos prepostos é sua presença e representação nas audiências nos juizados. Eles atuam como representantes das partes, facilitando a comunicação, esclarecendo dúvidas e garantindo que os procedimentos ocorram sem entraves, o que muitas vezes possibilita uma resolução mais célere dos processos.

Especialização e Conhecimento Técnico

A especialização dos prepostos é um diferencial significativo. Com conhecimento técnico e prático, esses profissionais compreendem os trâmites específicos dos juizados, entendem as demandas específicas desse ambiente e estão familiarizados com os procedimentos que devem ser seguidos, contribuindo para uma representação eficaz e especializada.

O Impacto da Atuação dos Prepostos nos Juizados

A atuação dos prepostos especializados nos juizados é crucial para o andamento ágil dos processos. Sua presença auxilia na redução de sobrecargas processuais, agiliza procedimentos e contribui para uma resolução mais célere das demandas, cumprindo o propósito dos juizados em oferecer uma justiça mais rápida e simplificada.

Em conclusão, os prepostos especializados desempenham um papel vital nos juizados, oferecendo suporte técnico, administrativo e representação durante as audiências. Sua presença contribui significativamente para a eficiência e agilidade no sistema jurídico, atendendo à proposta de uma justiça mais célere e acessível nos juizados. Seu conhecimento especializado e expertise fortalecem o processo, oferecendo um suporte valioso para advogados e partes envolvidas.

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O Poder dos Profissionais Autônomos: expansão empresarial e além

Introdução

A transformação empresarial traz consigo uma valiosa revelação: profissionais autônomos são o motor por trás da expansão das empresas modernas. Neste artigo, exploraremos como empresas inovadoras, como a Loft, Quinto Andar e GetNinjas, estão alavancando profissionais autônomos para a expansão de seus negócios. Além disso, destacaremos o Juris, um fornecedor de paralegais e advogados autônomos, cujos serviços vão além da área jurídica, incluindo vistorias de imóveis, fotografias, serviços de cartório e muito mais.

Profissionais Autônomos e a Agilidade Empresarial

O cenário de negócios moderno se caracteriza pela flexibilidade e agilidade, sendo as empresas ágeis as mais bem-sucedidas. Empresas como a Loft, com sua plataforma de compra e venda de imóveis, ou o Quinto Andar, pioneiro no aluguel de imóveis, encontraram na integração de profissionais autônomos um ingrediente fundamental para o crescimento.

Essas empresas confiam em corretores e prestadores de serviços autônomos para proporcionar um atendimento personalizado e eficaz aos clientes. O GetNinjas, por sua vez, une uma extensa rede de prestadores de serviços autônomos às necessidades dos usuários de sua plataforma, oferecendo uma vasta gama de serviços.

Juris: Mais que um Suporte Jurídico

O Juris se destaca como um fornecedor de profissionais autônomos versáteis. Além de serviços jurídicos sob demanda, seus advogados e paralegais autônomos oferecem serviços que vão muito além, incluindo:

  • Vistorias de Imóveis: Para empresas como a Loft, que precisam de avaliações precisas antes de comprar ou vender propriedades.
  • Fotografias Profissionais: Essenciais para plataformas como o Quinto Andar, que dependem de imagens de alta qualidade de propriedades.
  • Serviços de Cartório: Facilitando procedimentos legais e burocráticos de maneira eficiente.

Outras Empresas que Contam com Profissionais Autônomos

Além dos exemplos já mencionados, muitas outras empresas se beneficiam da flexibilidade e especialização de profissionais autônomos. A Uber, por exemplo, opera com motoristas autônomos em todo o mundo. A Upwork e o Freelancer conectam empresas a uma variedade de talentos autônomos, de redatores a designers. A Amazon Mechanical Turk permite que empresas terceirizem tarefas específicas para trabalhadores autônomos.

Conclusão

Empresas como a Loft, Quinto Andar, GetNinjas e muitas outras estão encontrando uma parceria valiosa nos profissionais autônomos para alcançar suas metas de expansão e eficiência. O Juris, com sua equipe versátil de paralegais e advogados autônomos, é um exemplo notável, oferecendo serviços que transcendem o campo jurídico. À medida que as empresas continuam a evoluir, a colaboração com profissionais autônomos promete ser um trunfo essencial em sua trajetória de crescimento.

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Como os Advogados Correspondentes e Paralegais Podem Facilitar a Vida dos Cidadãos

A burocracia faz parte da vida moderna e, muitas vezes, pode ser uma fonte de frustração. De serviços de cartórios, elaboração de contratos até questões com órgãos públicos e bancos, as tarefas diárias podem parecer desafiadoras para muitos cidadãos. É aí que os advogados correspondentes e paralegais entram em ação, oferecendo assistência profissional para tornar essas tarefas mais simples e eficientes, em qualquer lugar do Brasil.

Conheça alguns exemplos:

  1. Serviços de Cartórios:

    Exemplo: Você precisa obter uma segunda via de sua certidão de nascimento para fins legais. Um advogado correspondente ou paralegal pode orientá-lo sobre os requisitos, ajudá-lo a preencher os formulários necessários e até mesmo acompanhar o processo, economizando tempo e esforço.

  2. Elaboração de Contratos:

    Exemplo: Você está negociando um contrato de aluguel de imóvel e deseja garantir que seus interesses estejam protegidos. Um advogado correspondente ou paralegal pode ajudar a redigir um contrato claro e abrangente, adaptado às suas necessidades específicas.

  3. Assuntos Bancários:

    Exemplo: Você enfrenta dificuldades com seu banco devido a erros em sua conta ou cobranças indevidas, é idoso(a) e precisa se deslocar até a agência frequentemente. Um correspondente ou paralegal pode guiá-lo no processo de resolução dessas questões, garantindo que você saiba como proceder e até mesmo realizar visitas in loco para resolver o problema.

  4. Documentação em Órgãos Públicos:

    Exemplo: Você precisa registrar uma empresa ou obter licenças específicas junto a órgãos governamentais. Um correspondente ou paralegal pode ajudar a preparar toda a documentação necessária e auxiliar na comunicação com as autoridades, presencialmente sempre que necessário.

  5. Questões Imobiliárias:

    Exemplo: Você está comprando uma propriedade e precisa garantir que todos os documentos e registros estejam em ordem. Um advogado correspondente ou paralegal pode verificar a papelada, esclarecer quaisquer preocupações e assegurar que a transação ocorra sem problemas, realizando todos os trâmites legais e cartoriais.

Conclusão

A burocracia é uma realidade inevitável, mas não precisa ser um obstáculo intransponível em sua vida cotidiana. Os advogados correspondentes e paralegais estão disponíveis, em todo o Brasil, para ajudar a simplificar e descomplicar uma variedade de tarefas legais e administrativas. Suas habilidades e conhecimentos especializados podem tornar essas tarefas práticas muito mais acessíveis para os cidadãos comuns. Portanto, sempre que você se deparar com questões legais ou burocráticas, lembre-se de considerar a assistência de um correspondente ou paralegal para tornar o processo mais eficiente e menos estressante. Para isso, basta acessar o Juris e encontrar um profissional para a sua demanda, gratuitamente!

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Redução de Custos e Praticidade: os Benefícios dos Paralegais e Advogados Freelancers para as empresas

No vasto território do Brasil, a busca por soluções eficazes e econômicas para a gestão de tarefas legais e burocráticas é uma prioridade para empresas de todos os tamanhos. Nesse contexto, a contratação de paralegais e advogados freelancers emerge como uma estratégia poderosa. Esses profissionais altamente qualificados oferecem uma gama diversificada de serviços em cartório, licitações, órgãos públicos, concessionárias de serviços públicos, cliente oculto, fotografias, vistorias e muito mais. Neste artigo, exploraremos como a incorporação de paralegais e advogados freelancers pode proporcionar redução de custos e praticidade para empresas em todo o Brasil.

1. Redução de Custos em um País de Dimensões Continentais

Dada a vastidão geográfica do Brasil, as empresas muitas vezes enfrentam desafios logísticos e de despesas consideráveis. Contratar paralegais e advogados freelancers oferece uma solução econômica para esses desafios. Ao invés de manter uma equipe permanente em várias localidades do país, as empresas podem acessar paralegais freelancers onde e quando necessário, economizando em salários, benefícios e infraestrutura.

2. Versatilidade e Diversidade de Serviços

Os paralegais e advogados freelancers não são restritos a uma única função, mas oferecem uma variedade de serviços. Eles podem auxiliar em questões jurídicas, relacionadas a cartórios, licitações, órgãos públicos, concessionárias de serviços públicos, realização de trabalhos de cliente oculto, captura de fotografias e realização de vistorias. Essa versatilidade permite que as empresas acessem uma ampla gama de habilidades especializadas sem a necessidade de contratar várias equipes.

3. Foco na Eficiência Operacional

Ao contratar paralegais e advogados freelancers para tarefas específicas, as empresas podem manter o foco em suas operações centrais. Isso não apenas aumenta a eficiência, mas também permite que a equipe interna dedique mais tempo a questões estratégicas e de crescimento.

4. Facilitação de Processos Complexos

Em um país com um sistema legal complexo e regulamentações diversas, contar com paralegais e advogados freelancers especializados em áreas específicas pode ser essencial. Eles podem navegar pelos processos burocráticos com facilidade, garantindo que todas as questões legais sejam tratadas de maneira adequada e dentro dos prazos estabelecidos.

5. Praticidade e Acessibilidade

A acessibilidade dos paralegais freelancers é uma grande vantagem. Empresas podem contratá-los sob demanda no Juris, sem a necessidade de compromissos de longo prazo. Isso oferece praticidade e a capacidade de ajustar os recursos legais de acordo com as necessidades específicas de cada projeto.

Conclusão

A contratação de paralegais e advogados freelancers no Brasil, com sua vasta extensão territorial e complexidade legal, é uma estratégia inteligente para empresas que buscam reduzir custos e alcançar maior praticidade em suas operações. Esses profissionais versáteis e especializados podem oferecer uma ampla gama de serviços, facilitar processos complexos e permitir que as empresas mantenham seu foco nas operações centrais. Em um país tão diversificado quanto o Brasil, a flexibilidade e eficiência proporcionadas pelos paralegais e advogados freelancers são inestimáveis para o sucesso empresarial.

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Crie ou expanda o seu escritório de advocacia com advogados correspondentes e paralegais

Criar ou expandir um escritório de advocacia com advogados correspondentes e paralegais é muito mais fácil do que você imagina! Aqui estão os 7 passos essenciais:

Passo 1: Planejamento Inicial

  • Identifique as áreas de atuação que deseja focar: determine em que áreas do Direito você deseja focar, como direito empresarial, direito civil, direito de família, etc. Contratando correspondentes, você pode atuar em diversas áreas!
  • Identifique as localidades em que deseja atuar: realize uma pesquisa de mercado para entender a demanda por serviços jurídicos nas comarcas desejadas. Contratando correspondentes, você pode atuar em diversas cidades!
  • Concorrência: avalie a concorrência nestes locais para identificar oportunidades e desafios.

Passo 2: Estrutura Jurídica e Regulamentação

  • Escolha uma estrutura jurídica: decida se você deseja estabelecer um escritório de advocacia individual, uma sociedade de advogados ou outra estrutura legal.
  • Registro: registre seu escritório de advocacia de acordo com as leis e regulamentos locais. Consulte um advogado ou contador para orientação.
  • Licenças e autorizações: verifique se você e os advogados correspondentes associados estão licenciados e autorizados a exercer a advocacia. Contratando correspondentes, você pode atuar em diversos estados.

Passo 3: Relacionamento com Advogados Correspondentes e Paralegais

  • Seleção de Advogados Correspondentes e Paralegais: recrute advogados correspondentes e paralegais através do Juris com base em suas especializações e experiências. Avalie suas qualificações e histórico.
  • Elaboração de Contratos: elabore contratos de prestação de serviços jurídicos para formalizar o relacionamento com os freelancers. Esses contratos devem detalhar termos como remuneração, responsabilidades, confidencialidade e duração do acordo.

Passo 4: Infraestrutura e Tecnologia

  • Localização: opere de forma virtual e utilize coworkings quando necessário. Oriente seus correspondentes a fazerem isso.
  • Tecnologia: adquira ferramentas e software jurídico para gerenciar casos, documentos e comunicação de forma eficiente. O Juris é imprescindível nesta jornada!

Passo 5: Gestão e Administração

  • Gestão de Casos: estabeleça um sistema de gestão de casos para acompanhar e gerenciar os processos jurídicos de forma organizada.
  • Financeiro: estabeleça procedimentos de faturamento, cobrança e contabilidade. Mantenha registros financeiros detalhados.

Passo 6: Marketing e Clientes

  • Marketing Jurídico: crie um plano de marketing jurídico para atrair clientes. Isso pode incluir um site, presença nas redes sociais, publicidade paga no Google, LinkedIn e Meta Ads e networking.
  • Construção de Clientes: comece a construir uma base de clientes por meio de contatos profissionais, referências e participação em associações.

Passo 7: Cumprimento Legal e Ético

  • Ética Profissional: assegure-se de que você e os advogados correspondentes e paralegais sigam rigorosamente os códigos de ética profissional e regulamentações jurídicas.
  • Responsabilidade Profissional: obtenha seguro de responsabilidade profissional para proteger o escritório contra possíveis ações judiciais. Incentive que os seus correspondentes parceiros façam o mesmo!

Lembre-se de que a gestão eficaz do relacionamento com advogados freelancers e paralegais e a prestação de serviços jurídicos de qualidade são fundamentais para o sucesso do seu escritório. Além disso, mantenha-se atualizado sobre as mudanças nas leis e regulamentações que afetam a prática da advocacia na sua área de atuação.

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Data Driven para Advocacia: Entenda como usar!

Data Driven para advocacia, é possível? Criado a partir do conceito de processos organizacionais orientados por dados,  esse sistema se tornou um elemento fundamental para a criação de estratégias e tomadas de decisão no mundo corporativo.

Quem acompanha o mercado, sabe: é indispensável se atualizar. E isso não significa necessariamente mudar tudo que conhece e já pratica, mas otimizar os processos dentro do possível. Em outras palavras, economizar tempo e aumentar a qualidade do trabalho produzido.

Assim, não se deve ignorar a utilização da tecnologia e da inteligência artificial em qualquer negócio. E, por isso, plataformas jurídicas, sistemas de gestão de negócios e marketing jurídico estão sendo tão falados e estudados por quem realmente quer se destacar neste mercado tão concorrido.

Com isso em mente, vale entender que a estratégia usando o Data Driven para advocacia, se trata de uma série de tomadas de decisões baseadas em análise de banco de dados. De forma prática, requer uma coleta e organização para classificar e definir funcionalidade para cada dado coletado. Mas como funciona e como isso se encaixa no Direito?

Origem do Data Driven

Iniciou-se como uma ferramenta voltada para atender necessidades sistêmicas de analise precisos dos dados obtidos. Sendo assim, o alicerce no marketing e em estratégias de negócio, apesar de poder, ainda, se adaptar para outros tipos de empresas.

Na prática, a partir da perspectiva do ambiente corporativo, por exemplo, já existem diversas plataformas inteligentes próprias para análise e organização de dados (como Big Data ou Machine Learning). A verificação de dados através de plataformas digitais passa a ser o fator primordial da otimização do tempo de trabalho.

A ciência de dados e o sistema

É evidente que o sistema Data Driven é fruto da ciência de dados. E, por sua vez, essa metodologia é relativamente nova. Surgindo como um termo alternativo para “ciência da computação” durante a década de 1960, diferenciou-se aos poucos e desenvolveu uma área própria.

Atualmente, se trata da análise de dados para criação de estratégias corporativas e de negócio. Contudo, seu uso ainda é extremamente versátil, dependendo primordialmente da criatividade daqueles que decidem usá-lo.

Qualquer negócio, da área do Direito ou não, que adote o Data Driven, trabalha com base em informação sólida. Assim, excluindo “achismos” e decisões baseadas somente em intuição. Já especificamente para o ramo da advocacia, se torna uma incrível ferramenta organizacional e um valioso verificador de fatos.

Data Driven em audiência

No universo jurídico, a organização e a aferição de dados podem ser vistas como aliadas em audiências, com a preparação da defesa. Usar, ainda, a análise e verificação de dados junto à jurimetria, auxilia na previsão melhor do desenvolvimento de casos.

Como exemplo, analisemos uma audiência criminal. Reunir os dados referentes ao cliente é um longo processo de pesquisa e averiguação. Ao utilizar um processo digital baseado em Data Driven, como a Kronoos, uma plataforma de análise de dados focada no campo jurídico, é possível verificar os antecedentes ou até divergências de informações providas, em minutos.

Assim, a praticidade do sistema permite que o escritório de advocacia monte a defesa de forma coesa, evitando e prevendo possíveis argumentações da acusação. Plataformas desse sistema, focadas no ambiente jurídico, por exemplo, acessam e confirmam as referências junto aos Tribunais de Justiça, Diários Oficiais, Receita Federal, entre outras fontes oficiais.

A partir da verificação, é possível ter acesso, de maneira precisa e rápida, ao envolvimento do cliente com delitos, fraudes, e outros crimes afim. Isso é fruto da pesquisa avançada através da tecnologia de ponta orientada por dados.

Levando em consideração a quantidade de informação que o advogado precisa coletar, averiguar e lidar no dia a dia, definir e esquematizar um sistema organizacional é uma etapa naturalmente demandada. Cabe, então, a partir da estratégia usando Data Driven para a advocacia, desenvolver formas de trabalho adequadas de acordo com a demanda. Seja em uma audiência criminal ou cível.

Como implementar a cultura Data Driven?

Tal qual qualquer cultura organizacional, é preciso atenção aos detalhes e paciência para a adaptação da rotina do processo jurídico ao Data Driven. O verdadeiro desafio da adaptação é implementar a cultura de alimentação de dados na plataforma. Ao entender e seguir o processo de coleta e organização de dados, e, claro, aplicar a plataforma de tecnologia avançada que melhor encaixar no seu modelo de trabalho, tudo começa a fluir.

Naturalmente, o primeiro passo é a coleta de dados. Para a segurança de, no resultado final, conseguir dados estruturados e concretos, é indispensável que as informações disponibilizadas para o sistema sejam relevantes. Então, atente-se em filtrar e adicionar toda a base indispensável para o banco de dados.

Em seguida, através da plataforma digital que utilize o sistema, realiza-se uma análise a partir dos dados coletados. Como mencionado anteriormente, a pesquisa poderá estar ligada ao material disponibilizado em sites de órgãos públicos e afins. Graças à tecnologia do sistema e da plataforma, esse processo, que poderia durar um dia útil ou mais, realiza-se em minutos de forma legítima.

Ao final do processo já filtrado e verificado digitalmente, chega o momento de desenvolver estratégias. O objetivo é interpretar o material obtido e, assim, tomar decisões pertinentes ao caso analisado juridicamente. O processo que antes se tornaria maçante pela rotina de verificação e coleta de informações, otimiza-se em ser realizado num curto período de tempo.

A advocacia 4.0 dentro da cultura deste sistema 

O Juris, tem como foco que o profissional do Direito se destaque no mercado, e, por isso, é necessário que falemos sobre esse novo sistema que veio para ficar. Além disso, vem forte no Direito 4.0 que baseia-se na tecnologia como forma de agilizar todos os processos jurídicos e organizar ao máximo informações, assim, descomplicando toda a rotina jurídica. 

Implementando o Data Driven para advocacia, é possível ter maior liberdade e flexibilidade para que possa focar no que realmente importa no momento de entender um processo. Dessa maneira, se torna possível dar maior atenção aos clientes, através de dados, e, como citamos acima, uma defesa mais precisa, desenvolvendo capacidades analíticas e relatórios completos. 

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Recusa ao teste do bafômetro não pode ser utilizada para aplicação de multa ao motorista

Para que haja penalização, é necessário impossibilidade também da realização de qualquer outro teste para medição dos níveis de álcool, conforme dispõe o CTB.

A Lei Seca, descrita no Código de Trânsito Brasileiro, indica que a multa para o condutor que se recusa a realizar o teste de verificação dos níveis de alcoolemia é tão alta quanto a aplicada ao motorista que, comprovadamente, dirige embriagado.

Contudo, como reafirma o próprio Ministério Público, ao julgar recurso para cancelamento de auto de infração por não realização do teste do bafômetro, a punição ao motorista, justificada por este não soprar o bafômetro quando solicitado pelas autoridades, é injusta e inconstitucional.

Nas disposições da Lei Seca, é possível observar que a multa deve ser aplicada, bem como a suspensão da CNH, também prevista como penalidade para esse tipo de infração, somente quando o motorista se recusa a realizar qualquer exame para identificação dos níveis de álcool no sangue.

Ao recusar-se a soprar o bafômetro, o motorista pode optar pela realização de exame clínico, desde que seja informado pelas autoridades sobre tal possibilidade.

Também, em caso de o condutor apresentar sinais visíveis de embriaguez, havendo a possibilidade de identificação por parte das autoridades, estes podem ser descritos pelo agente, bem como podem ser apresentados outros tipos de provas, como registro por vídeo ou por testemunha.

Além das demais formas de identificação de motorista embriagado, que justificam a possibilidade de não soprar o bafômetro, ainda observa-se que, de acordo com o princípio da não autoincriminação, ninguém é obrigado a produzir provas contra si próprio, e isso inclui situações de abordagem em fiscalização de trânsito.

Caso seja punido por não soprar o bafômetro, o condutor recebe uma das penalidades por cometimento de infração de trânsito mais duras previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro.

A multa por infração da Lei Seca, que penaliza embriaguez ao volante e recusa à realização de teste de alcoolemia, é de classificação gravíssima, e, além disso, é submetida a agravante, que multiplica o seu valor por 10. Assim, o custo da multa da Lei Seca é de R$ 2934,70. Além da multa, o condutor ainda recebe uma suspensão do direito de dirigir, que o impede de conduzir qualquer veículo pelo período de um ano.

É preciso citar, ainda, que o condutor, ao ter seu direito de dirigir suspenso, precisa realizar o curso de reciclagem de CNH e ser aprovado para que possa voltar a dirigir após o cumprimento do período de suspensão.

Nos casos em que há a penalização do condutor, existe a possibilidade de defesa, que é um direito de todo motorista. A defesa contra as penalidades pode ser realizada para qualquer tipo de infração de trânsito, independentemente de sua gravidade.

Para recorrer das penalidades decorrentes de uma infração de trânsito, o condutor possui três etapas à sua disposição, as quais consistem na defesa prévia, recurso em primeira instância e recurso em segunda instância.

Em cada uma das etapas, o condutor pode contestar a infração em um órgão diferente. Uma etapa de recurso, no entanto, é dependente da outra.

A primeira etapa em que se pode recorrer, a defesa prévia, está disponível para o condutor a partir do recebimento do auto de infração, devendo o condutor enviar o recurso dentro do prazo estabelecido na própria notificação.

Em defesa prévia, o recurso deve ser enviado ao órgão que registrou a infração. A informação relativa ao órgão que realizou o registro também consta na notificação de autuação.

Caso não ocorra o deferimento do recurso, ou seja, a aprovação em defesa prévia, só então o condutor deverá enviar o recurso em primeira instância. O recurso em primeira instância deve ser encaminhado à JARI (Junta Administrativa de Recurso de Infração), cumprindo o prazo estabelecido na notificação de imposição de penalidade, que é enviada ao condutor caso o recurso em defesa prévia não seja acolhido.

Se houver um novo indeferimento em primeira instância, o recurso, então, poderá ser enviado em segunda instância. Em segunda instância, o recurso deve ser enviado para o CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito), se a infração for registrada por órgão estadual, ou para o CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), se o registro for feito por órgão de fiscalização nacional.

Dessa forma, caso o condutor seja penalizado por recusar-se a soprar o bafômetro, tem direito a contestar as penalidades nas etapas que lhe estão disponíveis, tendo em vista todas as disposições que indicam a penalização injusta apenas pela não realização do teste.

Para saber mais sobre recusa ao teste do bafômetro, acesse: https://doutormultas.com.br/recusa-ao-teste-do-bafometro/

Contato
doutormultas@doutormultas.com.br

0800 6021 543

Como recorrer uma multa de trânsito? Veja aqui o passo a passo!

Receber uma Notificação avisando que você será multado devido a uma infração de trânsito é bem desagradável, não é?

Os valores das multas são significativos e, além disso, os pontos acumulados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) podem levar, até mesmo, à suspensão do direito de dirigir.

Nos últimos anos, vem crescendo o número de pessoas que decidem fazer valer o seu direito de entrar com recurso.

Sim, recorrer de uma multa de trânsito é um direito assegurado pela nossa Constituição, como você verá neste artigo.

Em alguns casos, as multas aplicadas são indevidas, especialmente quando o flagrante acontece por meio de radares eletrônicos que não cumprem as normas vigentes.

Nesses casos, entrar com recurso é uma forma de tentar reverter essa situação, evitando, com isso, arcar com as consequências de algo aplicado injustamente.

Mas o que fazer para entrar com recurso? Quais são os prazos que devo cumprir?

Neste artigo, fiz um passo a passo de como recorrer de uma multa de trânsito. Confira!

Recorrer é um direito!

As multas de trânsito são aplicadas por meio de processos administrativos.

Quando há um flagrante de uma infração, é aberto um processo administrativo contra o condutor, a fim de verificar se houve ou não uma conduta indevida.

Essa característica – a de ser aplicada por um processo administrativo – é, justamente, o que permite afirmar que o direito de recorrer está garantido em nossa Constituição.

Isso porque, em seu artigo 5º, inciso LV, está previsto o direito à ampla defesa aos envolvidos em processos judiciais ou administrativos.

Mas quais são os passos para exercer tal direito? É o que você verá a seguir.

1º Passo: Apresentar a Defesa Prévia

Quando o processo administrativo do qual falamos no tópico anterior é aberto, o condutor recebe, em seu endereço, a chamada Notificação de Autuação.

Por esse motivo, é de suma importância manter o endereço atualizado junto ao DETRAN para evitar perder os prazos.

A Notificação de Autuação não é a aplicação da multa, tanto que, nesse documento, nem consta o código de barras para pagamento.

Ao receber essa Notificação, o primeiro passo é apresentar a Defesa Prévia.

O prazo para realizar essa ação é, no mínimo, de 15 dias após o recebimento da Notificação, mas pode variar de estado para estado. De todo modo, essa informação consta na notificação recebida.

A Defesa é o primeiro grau de contestação da autuação.

Nela, é indicado se ater a aspectos técnicos, como, por exemplo, se o radar eletrônico utilizado no flagrante obedecia às normas do CONTRAN.

Caso a Defesa Prévia seja aceita, não haverá a aplicação da multa, nem das demais penalidades. No entanto, se ela for indeferida, se passará ao passo seguinte.

Você pode saber tudo sobre a Defesa Prévia.

2º Passo: Entrar com recurso em primeira instância (JARI)

Se a Defesa Prévia for indeferida, os órgãos de trânsito emitem uma segunda notificação: a Notificação de Imposição de Penalidade (NIP).

Essa Notificação já é a imposição da penalidade em si e, por isso mesmo, vem com um código de barras para que o condutor autuado possa realizar o pagamento da multa.

A NIP marca a segunda fase do processo administrativo. Para recorrer, o passo 2 é apresentar o recurso na Junta Administrativa de Recursos de Infração, a JARI.

De forma similar ao que aconteceu com a Defesa Prévia, o condutor autuado terá um prazo para apresentar o recurso à JARI, também indicado na NIP, a segunda notificação que recebeu.

Para recorrer na JARI, será preciso reunir alguns documentos.

O julgamento do seu recurso nessa primeira instância será feito por, no mínimo, três integrantes dos órgãos públicos, sendo que um deles é servidor do órgão autuador.

Vale destacar que, se o condutor não apresentou a Defesa Prévia, poderá entrar com recurso na JARI diretamente.

Se o recurso na JARI for aceito, o processo para recorrer termina aqui e a multa, assim como os pontos na CNH, serão cancelados.

Caso esse recurso seja indeferido, haverá, ainda, um terceiro passo.

3º Passo: Entrar com recurso em segunda instância

Caso o recurso na JARI tenha sido indeferido, o condutor será notificado e terá até 30 dias para recorrer em segunda instância.

O recurso em segunda instância será apresentado ao órgão responsável por julgar tal recurso, que depende de quem foi o autuador.

Assim, podem julgar o recurso em segunda instância: o Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN), o Conselho de Trânsito do Distrito Federal (CONTRANDIFE), o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) ou Colegiados Especiais.

Ressalto que a possibilidade de recorrer em segunda instância depende de o condutor autuado ter recorrido na JARI.

Em outras palavras, só é possível recorrer em segunda instância para quem tiver recorrido em primeira.

Se o recurso em segunda instância for aceito, a multa e demais penalidades serão revertidas. A suspensão da CNH, se esse for o caso, também deverá ser anulada.

Uma dúvida muito comum entre os condutores é sobre realizar ou não o pagamento da multa quando tomada a decisão de recorrer.

Esse pagamento não precisa ser realizado até serem esgotadas as três possibilidades das quais falei. Mas, se o condutor optou por efetuar o pagamento, poderá ser ressarcido caso o recurso seja aceito.

Fale com o Doutor Multas

Nos onze anos de atuação, a equipe Doutor Multas já ajudou mais de 45.000 motoristas a recorrer.

Sabemos que o processo para entrar com recurso pode parecer complexo e a orientação profissional faz toda a diferença.

Se você foi autuado, exerça o seu direito de recorrer! Envie uma cópia da Notificação para o nosso e-mail (doutormultas@doutormultas.com.br) ou ligue para nós no 0800 6021 543.

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Insulfilm™ Automotivo: conheça o que diz a lei

São muitos os proprietários de automóveis que recorrem ao Insulfilm™, seja por conforto térmico, privacidade ou estética. Porém, é importante saber que existe regulamentação sobre quais películas podem ser aplicadas nos veículos e sob quais condições. Conhecer a legislação é importante para se prevenir do desperdício de dinheiro com a aplicação de película que tenha que ser retirada posteriormente e até para evitar ser multado. Quer saber o  que diz a lei? Então, acompanhe a leitura deste artigo e fique por dentro!

Diferentes tipos de película

Quando falamos em Insulfilm™, estamos nos referindo a uma marca. O nome adequado do produto é, na verdade, película.

O tipo de película mais comum é aquele para escurecimento. No entanto, se você busca conforto térmico, saiba que não é a cor da película que irá diminuir os efeitos do sol, e sim sua função de proteção contra raios ultravioleta.

  • Proteção contra raios UV

Se você busca diminuir os efeitos do sol, o tipo de película apropriado é aquele que possui proteção contra raios UV. É possível encontrar, no mercado, produtos com FPS até 1.700. Para se ter uma ideia, os cremes protetores que usamos na pele costumam ter, no máximo, FPS 60. Portanto, optar por este tipo de película significa reduzir a temperatura da parte interna do veículo e proteger a pele dos danos do sol, como câncer de pele.

Uma curiosidade sobre este tipo de produto é que o fator de proteção solar não está diretamente ligado ao escurecimento da película. Acredite, há películas com FPS sem nenhum escurecimento, ou seja, totalmente transparentes. Porém, é evidente que o custo deste tipo de produto será maior.

É importante tomar cuidado ao procurar produtos muito mais baratos no mercado, pois o resultado pode acabar sendo contrário ao desejado. Uma película escura de má qualidade e sem proteção UV pode aquecer ainda mais o interior do veículo, ao invés de proteger do calor.

  • Proteção contra acidentes, roubo e furto

Há, ainda, as películas que garantem maior proteção caso o vidro seja quebrado, dificultando roubos e furtos ou garantindo maior segurança em caso de colisão e quebra do vidro. Este tipo de película é mais grosso e “segura” os cacos de vidro quando este é quebrado. Por este motivo, pode ser que o assaltante desista do roubo ou furto, devido à maior dificuldade encontrada.

  • Película para privacidade ou estética

Se o seu objetivo é dificultar a visão da parte de dentro do carro, há duas opções de películas no mercado: as espelhadas e as fumês.

As películas espelhadas parecem um espelho para quem vê do lado de fora, mas preservam a visibilidade para quem está do lado de dentro. Adiantamos que este tipo de película não é permitido por lei. Contudo, é uma boa opção para janelas e portas de vidro residenciais ou de comércio.

As películas fumês possuem diferentes níveis de transparência, porém é preciso respeitar as orientações da lei. A legislação referente ao uso de películas é a Resolução 254 de 2007 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), como você verá a seguir.

Legislação sobre uso de películas

O art. 3º da Resolução 254 do CONTRAN prevê que a película deverá possuir pelo menos 75% de transparência no para-brisa, 70% de transparência nos vidros laterais dianteiros e até 28% dos demais.

Em 2017, foi publicada a Resolução 707, que altera a 254 e acrescenta que não há limites fixados para vidros de segurança no teto do veículo.

Vale mencionar que foram, ainda, publicadas outras alterações da Resolução 254 em 2009, 2011 e 2016, mas nenhuma delas altera a orientação acerca da transparência das películas.

Películas mais escuras

Como você já deve imaginar, utilizar películas mais escuras do que o previsto pela lei é infração de trânsito. Veja qual a penalidade e a medida administrativa, de acordo com o art.230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB):

“Art. 230. Conduzir o veículo:

(…)

XVI – com vidros total ou parcialmente cobertos por películas refletivas ou não, painéis decorativos ou pinturas;

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo para regularização”.

Portanto, caso a película do seu veículo esteja em desacordo com a legislação, você poderá ser multado em R$ 195,23 e receberá 5 pontos na CNH. Além disso, para que o veículo seja liberado, você deverá retirar a película irregular.

Recorrendo de multas

Como você viu, é possível, sim, utilizar películas em seu automóvel, desde que respeitada a legislação.

Caso você seja multado indevidamente, seja pelo uso de película nos vidros ou qualquer outro motivo, saiba que é seu direito recorrer. Para tanto, esteja atento ao prazo apresentado na notificação de autuação. Inicialmente, você poderá recorrer de sua defesa prévia, apresentando evidências bem fundamentadas de por que a multa deve ser anulada. Seu recurso será analisado pelo órgão responsável por aplicar a multa.

Se sua defesa prévia for indeferida, você ainda terá mais duas chances de recorrer: por meio da JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) em primeira instância e, caso negado, do CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito), em segunda instância.

Se você preferir buscar orientação profissional para montar sua defesa, saiba que nós do Doutor Multas somos especializados em recursos administrativos de multas de trânsito. Para maiores informações, entre em contato conosco no site Doutor Multas, no e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou no telefone 0800 6021 543, e iremos analisar o seu caso.

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