O que é ser um advogado correspondente?

O que é ser um advogado correspondente?

Ser um correspondente pode ter diferentes significados, dependendo do contexto em que é utilizado. No entanto, em geral, ser um correspondente significa ser uma pessoa ou empresa que atua em uma determinada localidade em nome de outra pessoa ou empresa que está localizada em outro lugar.

No contexto jurídico, o termo “correspondente” é frequentemente usado para se referir a advogados correspondentes. Esses profissionais atuam em nome de advogados, escritórios, departamentos jurídicos, empresas e cidadãos que estão em outras cidades ou regiões, oferecendo serviços jurídicos e extrajudiciais para esses profissionais e seus clientes.

O trabalho do advogado correspondente pode incluir uma série de atividades, tais como:

  1. Realizar diligências: O advogado correspondente pode ser responsável por realizar diligências, tais como buscar processos, obter certidões, serviços em cartórios, prefeituras, secretarias e fazer cópias de documentos. Essas atividades podem ser necessárias em casos em que o advogado responsável pelo caso não está presente na localidade em que a diligência deve ser realizada.
  2. Acompanhar processos: O advogado correspondente pode acompanhar processos em nome do advogado responsável pelo caso. Isso pode incluir comparecer a audiências, apresentar petições e realizar outros atos processuais.
  3. Prestar informações: O advogado correspondente pode ser solicitado a prestar informações sobre processos ou questões legais específicas na localidade em que atua. Essas informações podem ser úteis para que o advogado responsável pelo caso tome as decisões adequadas.
  4. Realizar sustentações orais: Em alguns casos, o advogado correspondente pode ser solicitado a realizar sustentações orais em nome do advogado responsável pelo caso. Isso pode ocorrer em casos em que o advogado responsável não pode comparecer pessoalmente a uma audiência.
  5. Prestar serviços jurídicos: Em alguns casos, o advogado correspondente pode ser contratado diretamente por clientes que precisam de serviços jurídicos em sua localidade. Nesse caso, o advogado correspondente atua de forma independente e não em nome de outro advogado.

O trabalho de um advogado correspondente pode ser bastante desafiador, uma vez que exige um conhecimento aprofundado das leis e procedimentos legais em sua localidade. Além disso, o advogado correspondente precisa ter boas habilidades de comunicação, uma vez que terá que lidar com clientes e outros profissionais do meio jurídico em nome de outros advogados.

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Como obter certidões de nascimento e de casamento sem sair de casa

Casamento e divórcio online crescem na pandemia

Obter certidões de nascimento e de casamento é um processo que pode ser realizado diretamente em um cartório. No entanto, para aqueles que não têm tempo ou disponibilidade para comparecer pessoalmente a um cartório, há uma alternativa: a utilização de correspondentes.

Os correspondentes são profissionais aptos para realizarem serviços em nome de terceiros. Dessa forma, é possível obter uma certidão sem sair de casa, através de um processo mais rápido e conveniente.

Uma vez que um correspondente tenha sido encontrado, é preciso enviar os documentos necessários para que ele possa realizar o serviço. Em geral, é necessário enviar cópias autenticadas dos documentos pessoais, como RG, CPF e certidão de casamento (no caso de solicitação de certidão de nascimento).

O correspondente, então, se encarregará de fazer o pedido da certidão junto ao cartório, utilizando as informações fornecidas pelo solicitante. Em alguns casos, pode ser necessário fornecer informações adicionais, como a data e local de nascimento ou casamento da pessoa em questão.

O prazo para obtenção da certidão pode variar de acordo com o cartório e com a localidade em que ele está situado. No entanto, em geral, o processo costuma ser mais rápido do que quando feito diretamente no cartório.

Além disso, os correspondentes também podem oferecer outros serviços, como a busca de documentos em outros cartórios ou a legalização de documentos para uso no exterior.

Vale lembrar que é importante escolher um correspondente confiável para evitar problemas futuros.

Em resumo, a utilização de correspondentes pode ser uma alternativa conveniente para obter certidões de nascimento e casamento sem sair de casa.

Basta encontrar um correspondente no Juris, enviar os documentos necessários e aguardar a obtenção da certidão.

Obtenção de certidões em cartório através de correspondentes para empresas, cidadãos e escritórios

Obtenção de certidões em cartório através de correspondentes para empresas, cidadãos e escritórios

A obtenção de certidões em cartório é uma necessidade constante para empresas, cidadãos e escritórios que precisam comprovar a existência ou inexistência de determinado registro ou documento. Para agilizar esse processo, muitas vezes é possível contratar correspondentes para realizar esse serviço.

Os correspondentes são profissionais que atuam como intermediários entre os clientes e os cartórios, realizando a solicitação e retirada de documentos de forma ágil e eficiente. Essa opção é bastante vantajosa, especialmente para quem não tem tempo para se deslocar até o cartório ou para quem mora em outra cidade ou estado.

Ao contratar um correspondente, o cliente precisa fornecer informações precisas sobre o documento que deseja obter, como o nome da pessoa, número de registro, data de nascimento, entre outras informações que possam ser relevantes. Com base nessas informações, o correspondente pode realizar a busca do documento no cartório correspondente e, em seguida, providenciar a retirada e envio do documento para o cliente.

Além da agilidade e comodidade, a contratação de correspondentes para obtenção de certidões em cartório também oferece outras vantagens, como a redução de custos com deslocamento e a possibilidade de ter um atendimento personalizado e especializado. Isso porque o correspondente pode orientar o cliente sobre quais documentos são necessários para realizar determinado procedimento ou, ainda, sobre a forma correta de preencher um formulário, por exemplo.

Outra vantagem importante é que, ao contratar um correspondente, o cliente pode ter acesso a um suporte especializado em caso de dúvidas ou problemas relacionados à obtenção do documento. Essa assistência é fundamental para garantir que o cliente obtenha o documento desejado de forma rápida e eficiente.

Em resumo, a contratação de correspondentes para obtenção de certidões em cartório é uma alternativa prática, ágil e eficiente para empresas, cidadãos e escritórios que precisam realizar esse tipo de serviço. Ao escolher um correspondente, é importante buscar por uma empresa confiável e experiente, que possa oferecer um atendimento personalizado e especializado em todas as etapas do processo.

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Direito Digital e Proteção de Dados: dicas para proteger os dados dos seus clientes e colaboradores

Você já ouviu falar sobre Proteção de Dados e Direito Digital? Basicamente são ramos do Direito, criados para regulamentar as relações no mundo digital, isso porque o direito digital está cada vez mais presente no dia a dia. Assim, a partir dessa ideia vamos traçar um conceito e buscar entender a Lei Geral de Proteção de Dados.

Nesse sentido, você sabe como funciona essa lei na prática e se existe ou não responsabilidade do profissional que atua em desacordo com as normas estabelecidas? Continue a leitura e descubra mais sobre este assunto!

O que é o Direito Digital?

Vejamos, o direito digital surgiu com o intuito de regulamentar as relações do ambiente virtual, sabia? Como dito anteriormente, o mundo sofre constantes evoluções, isto é, estamos em constante transformação e junto com esse progresso surge a necessidade de regulamentar o ambiente digital e desenvolver regras e normas para contribuir com o desenvolvimento das relações e evitar assim práticas que podem ser lesivas.

Diga-se, de passagem, que a transformação do direito digital está em curso e a Lei Geral de Proteção de Dados entra no sentido de tentar solucionar os problemas ligados à proteção do indivíduo nas redes. Hoje, o mercado necessita se adaptar a essa nova realidade da era digital.

Então, é possível dizer que o mercado digital se torna naturalmente uma excelente área para os profissionais do direito que desejam atuar diretamente nessa área, que vem crescendo constantemente.

O direito digital virou uma excelente área para novos profissionais, você sabia?

Como já mencionado, percebemos que as empresas estão cada vez mais migrando para o digital de modo a se adaptar a essa nova era. Na medida em que as empresas começam a migrar para o mercado digital surge a necessidade de regulamentar e fiscalizar essas relações, bem como surge a possibilidade de atuação.

Sabe-se que, existe a prática de crimes cibernéticos que são indivíduos que por meio do computador utilizam recursos ilegais para desenvolver e executar meios de fraudes pela internet.

A exemplo, temos a falsificação de identidade por meio de dados pessoais que são roubados e utilizados para aplicar golpes e o roubo de dados financeiros como acesso a contas de pagamento.

Como é a atuação do Profissional no Direito Digital?

Você pode até não acreditar, mas o direito digital vem se consolidando como um área em crescimento no mercado jurídico. É como se o mercado exigisse profissionais que atuassem diretamente nesta área.

Então, com o vazamento de dados pessoais surge a necessidade de danos morais e indenização ao indivíduo pela violação de seus dados. Assim, o profissional que atua no direito digital trabalha no sentido de regulamentar a relação entre contratante e contratado.

Ademais, existem vários tipos de serviços que esse profissional pode realizar, podemos citar:

  • Consultoria para empresas e profissionais;
  • Formalização de contratos;
  • Representação de pessoas que sofreram com vazamento de dados pessoais;
  • Direito autoral;
  • Direito digital na área criminal em relação a crimes digitais envolvendo hackers.

Na situação narrada é possível dizer que esse profissional vai buscar formalizar contratos e acordos com os clientes, prestar consultoria a empresas e orientar como a empresa deve guardar esses dados para não acontecer vazamentos de informações.

Podemos dizer que atualmente existe uma demanda grande de empresas que procuram profissionais especializados na área e que necessitam de contratos estratégicos que visem contemplar questões relacionadas a dados pessoais e direito de imagem.

Imagine que você deseja investir nessa área, é necessário então buscar se atualizar sobre o ramo digital e ter uma base sobre informática. Isso porque, o conhecimento em tecnologia enriquece e contribui para uma boa atuação do profissional acerca das interpretações das leis e normas possibilitando o desenvolvimento de teses jurídicas e análise de contratos.

Afinal, qual o conceito da lei geral de proteção de dados?

Apesar de já ter comentado sobre o assunto no tópico anterior, vamos às definições mais claras. A Lei Geral de Proteção de Dados surge com a finalidade de preservar os direitos fundamentais. O termo “proteção de dados” diz respeito ao método de proteger dados relevantes e que não podem ser perdidos ou corrompidos.

O interessante é que a LGPD foi criada em 2018 e entrou em vigor somente em 2021, com foco no cenário atual de promover a preservação de dados pessoais de todo mundo.

É importante dizer que conforme dispõe a Lei nº 13.709/2018 é fundamental regulamentar o tratamento de dados pessoais nos meios digitais, com o intuito de proteger os direitos fundamentais da privacidade, livre desenvolvimento da personalidade natural e liberdade.

Qual a importância da lei geral de proteção de dados?

Vejamos, é certo que a LGPD é um instrumento importante para a proteção de usuários do digital e favorece os indivíduos e as empresas. Apesar disso, é necessário dizer que a LGPD é uma lei nacional e versa somente sobre a proteção de dados em território nacional.

É importante ressaltar, porém, que empresas internacionais que têm sede no Brasil devem se adequar a LGPD, pois toda operação que contenha dados pessoais devem se adequar a norma.

Nesse sentido, são considerados alguns dados pessoais:

  • Nome;
  • Comprovante de Situação Cadastral (CPF);
  • Carteira de Identidade (RG);
  • Data de nascimento;
  • Telefone;
  • Endereço;
  • Dados Bancários;
  • Endereço de IP.

Como consequência, dados como vida pessoal do indivíduo são encarados como dados sensíveis, pois são dados que versam sobre questões particulares de cada um e não podem ser divulgados sem o consentimento do titular.

Com a proteção de dados pessoais o usuário pode escolher não compartilhar e não ter seus dados pessoais compartilhados e divulgados. Algo importante é passar segurança com a organização e o armazenamento de dados pessoais com o intuito de ganhar a confiança do indivíduo, pois o vazamento de informações geram enormes prejuízos.

E como proteger os dados de clientes e colaboradores?

Agora que já sabemos o significado de Direito Digital e LGPD, vamos falar sobre meios de proteger esses dados. Assim, situações decorrentes de vazamento de dados não são casos raros, considerando, que dados pessoais são qualquer tipo de informações que podem ser utilizadas para identificar uma pessoa. Certo?

Desta forma, é indispensável o consentimento do cliente e o seu interesse legítimo em fornecer seus dados para a finalidade que a empresa propõe. Invista em tecnologia, faça a adoção de backups frequentes, armazene as cópias em servidores e tenha o controle de acesso se o seu ramo de atuação lida com dados importantes.

Então vamos prever a seguinte situação na qual um cliente procura uma determinada empresa para fechar um contrato de serviço e aceita receber e-mails e informações sobre promoções da empresa no seu e-mail pessoal. Desta maneira, podemos afirmar que o cliente consentiu fornecer suas informações.

Como explicado, toda empresa, setor ou escritório que utilizam dados pessoais estão sujeitos às normas da legislação digital. É necessário compreender que os dados só podem ser utilizados para a finalidade informada e pretendida cabe a empresa deixar claro como estão sendo manuseados esses dados.

Seguindo a mesma lógica, é necessário colher somente informações que sejam realmente necessárias. Ademais, à medida que os usuários estão migrando seus dados para a internet com abertura de contas digitais, investimos digitais, redes sociais e cadastro em lojas virtuais são necessários buscar soluções para proteger essas informações.

Caso a LGPD não seja cumprida a empresa poderá sofrer sanções que vão deste a uma simples advertência a uma proibição total ou parcial de suas atividades. Então a LGPD serve somente para servir como base para aplicações de sanções? Claro que não! A nova legislação veio para proteger, regulamentar e evitar o vazamento de informações.

Agora que você já entendeu mais sobre o assunto, conclui-se que a finalidade da lei LGPD é possibilitar a proteção de bens jurídicos como o direito à privacidade. Logo, o profissional que deseja atuar nessa área deve se especializar e se manter atualizado.

Dando continuidade, observa-se que o número de demandas de vazamento de dados estão aumentando no judiciário. No entanto, podemos verificar que ainda existem poucos profissionais especializados na área.

Por fim, para diminuir casos de vazamento de dados é necessário respeitar o direito pessoal de cada um, sempre estando de acordo com as normas estabelecidas pela LGPD e outras leis que podem ser aplicadas de forma subsidiária.

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Quais são as vantagens de anunciar em um marketplace?

Um marketplace funciona como um shopping virtual e é um dos modelos de negócios mais vantajosos da atualidade. Empresas populares como Mercado Livre, Americanas, Aliexpress e Airbnb são exemplos desse tipo de plataforma.

Mas, porque os marketplaces fazem tanto sucesso? Em primeiro lugar, os clientes conseguem comparar diversos produtos em um só lugar. Além disso, os vendedores que se cadastram na plataforma conseguem divulgar seus produtos de forma simples e rápida.

Vender em plataformas de marketplace oferece inúmeras vantagens, confira as principais abaixo:

1- Visibilidade

O principal benefício de anunciar dentro de um marketplace é a visibilidade. Os shoppings virtuais já possuem uma quantidade de visitantes e são populares no mercado. Então, é muito mais fácil vender em uma plataforma já existente do que criar uma loja virtual do zero, por exemplo.

 

É como se os seus produtos estivessem sendo expostos nas vitrines de grandes shoppings online. Isso garante um grande potencial de aquisição de clientes.

2- Baixo investimento

Outra vantagem de vender em marketplaces é o investimento acessível. Essa é uma das formas mais baratas de empreender no mundo digital. Normalmente, na plataforma você ganha tráfego, visitantes e marketing. E, para ter acesso a tudo isso, você paga uma mensalidade super em conta. 

3- Alto retorno

O retorno elevado é mais um benefício de anunciar em um shopping virtual. A margem de lucro é alta, considerando que o empreendedor investe pouco, mas recebe uma grande quantidade de visitantes.

4- Aumento das vendas

Ao anunciar em um marketplace, você conta com um número maior de visitantes e, consequentemente, de clientes. Por isso, vender nessas plataformas é uma estratégia ótima para aumentar o faturamento e a rentabilidade do seu negócio.


Hoje, mais de 90% dos consumidores online compram de marketplaces. Em 2020, 78% do faturamento do setor de e-commerce veio dos shoppings virtuais. Esses dados mostram que há cada vez mais pessoas fazendo compras em tais plataformas.

5- Relevância do SEO

Um marketplace já conta com uma estratégia de SEO desenvolvida, ou seja, de otimização para os mecanismos de busca. Por isso, as plataformas são geralmente facilmente encontradas no Google.

 

Isso economiza tempo e dinheiro do vendedor que anuncia no marketplace, além de trazer mais visibilidade e clientes para ele.

6- Diversificação de públicos e portfólio

Outra vantagem de vender em marketplaces é a diversificação de públicos. Se você já vende online ou de forma presencial, ao entrar em uma plataforma como essa, vai conseguir atingir clientes novos, de diferentes regiões e perfis.

7- Crescimento de negócio de nicho

A diversificação de públicos pode contribuir para que você expanda o seu negócio para mais nichos e ofereça produtos mais variados. Isso acontece porque o marketplace é uma mídia de alto alcance, que permite gerar uma grande quantidade de vendas sem precisar de um espaço físico.

8- Estrutura de qualidade

Outro ótimo benefício dos marketplaces é a estrutura oferecida. As plataformas contam com marketing, pagamento integrado, suporte técnico, e-mail marketing e automação. Toda essa estrutura pronta facilita muito a vida de quem empreende.

 

Dessa forma, você que oferece produtos ou infoprodutos dentro da plataforma não precisa se preocupar com tantas questões operacionais. Seu foco deve ser cadastrar os produtos de forma adequada, cuidar da qualidade dos seus itens, viabilizar a entrega ao cliente final e divulgar a sua loja.

Anunciar em marketplaces é uma oportunidade muito vantajosa para pessoas que nunca tiveram um negócio e lojistas que já têm uma loja física ou vendem no meio digital.

 

Essa solução permite que você atinja um grande número de clientes, sem precisar se preocupar em gastar muito dinheiro com marketing ou pensar na estrutura do site. Isso porque as plataformas já contam com várias funcionalidades prontas, além de terem muita visibilidade online.

 

Além disso, o investimento é muito acessível, o que é um grande benefício para pessoas que desejam começar no mundo do empreendedorismo digital.

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Exemplos de produtos/infoprodutos que podem ser vendidos:

  • Modelos de Documentos
  • Contratos
  • Artigos
  • Cursos online
  • Objetos de Decoração
  • Documentos em geral
  • E-books
  • Informática
  • Livros novos
  • Livros usados
  • Materiais de escritório
  • Petições
  • Planilhas
  • Resumos
  • Roupas

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Marketing jurídico: Como divulgar o seu trabalho?

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Agora mais que nunca é importante nos preocuparmos, cada vez mais, com a visibilidade do nosso serviço, durante a pandemia fomentou-se mais ainda sobre o marketing e o reconhecimento de marca, e claro, a área jurídica não ficaria de fora. Mas existem algumas restrições em publicidade e no marketing jurídico, e aqui vamos pontuar algumas dessas restrições, para não infringir o Código de Ética da OAB.
O mercado jurídico é competitivo? Sim, atualmente os advogados já ultrapassam mais de 1 milhão no Brasil, segundo dados da própria OAB. O fato é que advogados que lidam com marketing, planejam e testam estratégias, são capazes de se destacar e atrair o público certo em qualquer situação, seja com 30 ou 300 concorrentes.

Para você que ainda não sabe ou tem dúvidas de como iniciar seu projeto de marketing, confira algumas dicas essenciais em nosso artigo 5 tarefas preliminares do marketing jurídico de resultado

E aqui pontuaremos algumas práticas muito eficientes de divulgação do seu trabalho. Confira a seguir:

Invista em identidade visual

A identidade visual deve compor a estratégia de marketing jurídico, afinal, é um ponto fundamental para quem quer transmitir profissionalismo e por isso deve estar entre as primeiras ações. Por isso é importante definir a identidade da marca, ou seja, como os clientes devem enxergar seu trabalho. Dessa forma, é possível planejar o logotipo, as fontes usadas para o nome da empresa e as cores para replicar na fachada do escritório, no cartão de visitas da empresa, no site, na assinatura de e-mails e em toda comunicação.

Defina as redes sociais a serem usadas

O uso das mídias sociais impulsiona bastante a comunicação com muitos potenciais clientes, simplificando a tarefa de levar esses visitantes para seu website. Para isso, além de estratégia, é necessário determinar em quais redes sociais você deve estar.

Um público engajado? O Twitter é uma opção, já que é fácil começar um debate e comentar as atualidades de forma bem rápida. Trabalha atendendo empresas? O LinkedIn pode ser uma ponte entre seu negócio e novos clientes.
Visibilidade e Branding? Instagram, nesta rede é possível se posicionar mais presente e imersivo com seus clientes, além de poderem acompanharem o dia a dia da sua marca. É uma ferramenta potente de marketing. 

O Facebook também é uma mídia social útil aos advogados. A rede permite anúncios com bom alcance e a custos baixos. O segredo para não errar é, sim, se adaptar aos formatos nos diferentes canais, mas sem deixar de lado o discurso da empresa, o que é essencial para novos e atuais clientes.

Tenha um site

Para muitos segmentos, estar online ainda é algo novo. Porém, cabe ressaltar que um site não é somente uma página estática na web, ele pode ter várias funções, tanto para escritórios quanto para profissionais autônomos do direito. Ter um site é essencial para:

  • Estar disponível a qualquer momento: O site pode ser um canal de contato fora do horário comercial. Desse modo, quem pesquisa sobre serviços como o que você fornece ou quiser enviar alguma mensagem, pode ter essas informações rapidamente;
  • Demonstrar autoridade: Conteúdos dentro do site por meio do Blog sobre assuntos do seu domínio, agregam uma autoridade sobre o que se fala, para clientes e possíveis clientes.
  • Conquistar novos clientes: O site facilitará que visitantes, ou seja, novos clientes, ao verificar as informações disponibilizadas  entrem em contato para solicitar um orçamento ou conhecer um pouco mais do seu serviço, seja por e-mail ou telefone;
  • Manter as informações atualizadas: Seja uma mudança no local da empresa, no telefone ou nos serviços, isso deve constar no site. Desse modo, todos os clientes e possíveis clientes sempre poderão te encontrar.

Ainda não está convencido da importância de um site? Acabe com todas as suas dúvidas em nosso artigo: Por que o advogado precisa ter um site?!

Aplique práticas de marketing local

Um escritório de advocacia ou mesmo um advogado autônomo com um raio de atuação menor pode utilizar o marketing local. Ele se traduz em parcerias, eventos e até nas instalações físicas da empresa.

Por meio de parcerias é possível receber menções e indicações. Nesse contexto, é uma boa opção conhecer outros escritórios que prestem uma assessoria diferente da sua para que indiquem clientes para você fazer o mesmo pelo parceiro.

Outro meio de se destacar em seu raio de atuação é por meio de eventos. Há uma feira de empreendedores em sua cidade onde seu público-alvo pode estar presente? Se não for possível palestrar, por exemplo, ou falar 10 minutos sobre algo interessante, patrocine esse evento para tornar o nome da empresa conhecido.

Ainda em termos de marketing local, também cabe promover seu espaço físico para ser atrativo para visitantes e clientes. Possuir uma sala de espera, música ambiente agradável, estacionamento, se possível, e uma localização estratégica, próxima a um fórum, por exemplo, facilitam a chegada de clientes até você.

Incentive as indicações

Além das indicações por meio de parcerias, os próprios clientes podem ser incentivados a fazer isso. No contexto jurídico, é possível aplicar ações que serão úteis também para fidelizar. Quer um exemplo? Caso o nível de satisfação de clientes esteja bom, defina uma premiação para quem indicar novos clientes, assim ele entrará em um sorteio para ganhar ingressos para o teatro, por exemplo, ou aquilo que você julgar mais conveniente para seu público, outra opção é fornecer um brinde, como uma agenda com seu logotipo, para o cliente e a indicação dele.

Ao estimular indicações, lembre-se que não se trata de uma ação do tipo “varejo”. Faça o que interessa seu público e seja compatível com a identidade da sua empresa.

Restrições do Marketing Jurídico

O Código de Ética da OAB é que regula todos os tipos de divulgação da área, assegurando que não haja fraudes ou maiores problemas, tanto para os advogados, quanto para os clientes, além do sigilo de dados e informações. E para você, profissional do Direito, é essencial dominar essas restrições para evitar qualquer punição futuramente.

O código está devidamente listado como:

  • Título I – Da Ética do Advogado – Art. 1º ao Art. 54
    • Capítulo I – Dos Princípios Fundamentais (Art. 1º a Art. 7º)
    • Capítulo II – Da Advocacia Pública (Art. 8º)
    • Capítulo III – Das Relações com o Cliente (Art. 9º ao Art. 26)
    • Capítulo IV – Das Relações com Colegas, Agentes Políticos, Autoridades, Servidores Públicos e Terceiros (Art. 27 ao Art. 29)
    • Capítulo V – Da Advocacia Pro Bono (Art. 30)
    • Capítulo VI – Do Exercício de Cargos e Funções na OAB e na Representação da Classe (Art. 31 ao Art. 34)
    • Capítulo VII – Do Sigilo Profissional (Art. 35 ao Art. 38)
    • Capítulo VIII – Da Publicidade Profissional (Art. 39 ao Art. 47)
    • Capítulo IX – Dos Honorários Profissionais (Art. 48 ao Art. 54)
  • Título II – Do Processo Disciplinar – Art. 55 ao Art. 72
    • Capítulo I – Dos Procedimentos (Art. 55 ao Art. 69)
    • Capítulo II – Dos Órgãos Disciplinares (Art. 70 ao Art. 72)
    • Seção I – Dos Tribunais de Ética e Disciplina (Art. 70 ao Art. 71)
    • Seção II – Das Corregedorias Gerais (Art. 72)
  • Título III – Das Disposições Gerais e Transitórias – Art. 73 ao Art. 80

É importante que o profissional atente-se a todos os pontos e siga a risca, sendo assim não haverá nenhum problema e conseguirá se destacar cada vez mais neste mercado.

Quais efeitos esperar da divulgação?

O marketing tem um efeito muito eficaz para se tornar conhecido, trazendo muitos benefícios como novos clientes, novas parcerias e oportunidades dentro do próprio segmento de Direito. Isso garante maior autoridade à sua marca, e uma visibilidade mais amigável, que hoje é o que os clientes procuram em um profissional.  

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Data Driven para Advocacia: Entenda como usar!

Data Driven para advocacia, é possível? Criado a partir do conceito de processos organizacionais orientados por dados,  esse sistema se tornou um elemento fundamental para a criação de estratégias e tomadas de decisão no mundo corporativo.

Quem acompanha o mercado, sabe: é indispensável se atualizar. E isso não significa necessariamente mudar tudo que conhece e já pratica, mas otimizar os processos dentro do possível. Em outras palavras, economizar tempo e aumentar a qualidade do trabalho produzido.

Assim, não se deve ignorar a utilização da tecnologia e da inteligência artificial em qualquer negócio. E, por isso, plataformas jurídicas, sistemas de gestão de negócios e marketing jurídico estão sendo tão falados e estudados por quem realmente quer se destacar neste mercado tão concorrido.

Com isso em mente, vale entender que a estratégia usando o Data Driven para advocacia, se trata de uma série de tomadas de decisões baseadas em análise de banco de dados. De forma prática, requer uma coleta e organização para classificar e definir funcionalidade para cada dado coletado. Mas como funciona e como isso se encaixa no Direito?

Origem do Data Driven

Iniciou-se como uma ferramenta voltada para atender necessidades sistêmicas de analise precisos dos dados obtidos. Sendo assim, o alicerce no marketing e em estratégias de negócio, apesar de poder, ainda, se adaptar para outros tipos de empresas.

Na prática, a partir da perspectiva do ambiente corporativo, por exemplo, já existem diversas plataformas inteligentes próprias para análise e organização de dados (como Big Data ou Machine Learning). A verificação de dados através de plataformas digitais passa a ser o fator primordial da otimização do tempo de trabalho.

A ciência de dados e o sistema

É evidente que o sistema Data Driven é fruto da ciência de dados. E, por sua vez, essa metodologia é relativamente nova. Surgindo como um termo alternativo para “ciência da computação” durante a década de 1960, diferenciou-se aos poucos e desenvolveu uma área própria.

Atualmente, se trata da análise de dados para criação de estratégias corporativas e de negócio. Contudo, seu uso ainda é extremamente versátil, dependendo primordialmente da criatividade daqueles que decidem usá-lo.

Qualquer negócio, da área do Direito ou não, que adote o Data Driven, trabalha com base em informação sólida. Assim, excluindo “achismos” e decisões baseadas somente em intuição. Já especificamente para o ramo da advocacia, se torna uma incrível ferramenta organizacional e um valioso verificador de fatos.

Data Driven em audiência

No universo jurídico, a organização e a aferição de dados podem ser vistas como aliadas em audiências, com a preparação da defesa. Usar, ainda, a análise e verificação de dados junto à jurimetria, auxilia na previsão melhor do desenvolvimento de casos.

Como exemplo, analisemos uma audiência criminal. Reunir os dados referentes ao cliente é um longo processo de pesquisa e averiguação. Ao utilizar um processo digital baseado em Data Driven, como a Kronoos, uma plataforma de análise de dados focada no campo jurídico, é possível verificar os antecedentes ou até divergências de informações providas, em minutos.

Assim, a praticidade do sistema permite que o escritório de advocacia monte a defesa de forma coesa, evitando e prevendo possíveis argumentações da acusação. Plataformas desse sistema, focadas no ambiente jurídico, por exemplo, acessam e confirmam as referências junto aos Tribunais de Justiça, Diários Oficiais, Receita Federal, entre outras fontes oficiais.

A partir da verificação, é possível ter acesso, de maneira precisa e rápida, ao envolvimento do cliente com delitos, fraudes, e outros crimes afim. Isso é fruto da pesquisa avançada através da tecnologia de ponta orientada por dados.

Levando em consideração a quantidade de informação que o advogado precisa coletar, averiguar e lidar no dia a dia, definir e esquematizar um sistema organizacional é uma etapa naturalmente demandada. Cabe, então, a partir da estratégia usando Data Driven para a advocacia, desenvolver formas de trabalho adequadas de acordo com a demanda. Seja em uma audiência criminal ou cível.

Como implementar a cultura Data Driven?

Tal qual qualquer cultura organizacional, é preciso atenção aos detalhes e paciência para a adaptação da rotina do processo jurídico ao Data Driven. O verdadeiro desafio da adaptação é implementar a cultura de alimentação de dados na plataforma. Ao entender e seguir o processo de coleta e organização de dados, e, claro, aplicar a plataforma de tecnologia avançada que melhor encaixar no seu modelo de trabalho, tudo começa a fluir.

Naturalmente, o primeiro passo é a coleta de dados. Para a segurança de, no resultado final, conseguir dados estruturados e concretos, é indispensável que as informações disponibilizadas para o sistema sejam relevantes. Então, atente-se em filtrar e adicionar toda a base indispensável para o banco de dados.

Em seguida, através da plataforma digital que utilize o sistema, realiza-se uma análise a partir dos dados coletados. Como mencionado anteriormente, a pesquisa poderá estar ligada ao material disponibilizado em sites de órgãos públicos e afins. Graças à tecnologia do sistema e da plataforma, esse processo, que poderia durar um dia útil ou mais, realiza-se em minutos de forma legítima.

Ao final do processo já filtrado e verificado digitalmente, chega o momento de desenvolver estratégias. O objetivo é interpretar o material obtido e, assim, tomar decisões pertinentes ao caso analisado juridicamente. O processo que antes se tornaria maçante pela rotina de verificação e coleta de informações, otimiza-se em ser realizado num curto período de tempo.

A advocacia 4.0 dentro da cultura deste sistema 

O Juris, tem como foco que o profissional do Direito se destaque no mercado, e, por isso, é necessário que falemos sobre esse novo sistema que veio para ficar. Além disso, vem forte no Direito 4.0 que baseia-se na tecnologia como forma de agilizar todos os processos jurídicos e organizar ao máximo informações, assim, descomplicando toda a rotina jurídica. 

Implementando o Data Driven para advocacia, é possível ter maior liberdade e flexibilidade para que possa focar no que realmente importa no momento de entender um processo. Dessa maneira, se torna possível dar maior atenção aos clientes, através de dados, e, como citamos acima, uma defesa mais precisa, desenvolvendo capacidades analíticas e relatórios completos. 

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Confira as 6 novidades da advocacia para 2022!

Você já sabe que muitas coisas mudaram com a pandemia, mas você conhece as novidades da advocacia para 2022? As expectativas são boas e nós do Juris correspondente, vamos contar para você como se destacar no mercado jurídico, vem com a gente! 

Com as grandes mudanças nesses últimos anos, todo profissional teve que se atualizar e entender sobre os novos comportamentos sociais. Na advocacia não seria diferente!

Então listamos 6 novidades da advocacia que vão chegar com tudo no ano de 2022, confira:

1- A inovação da tecnologia está cada vez mais presente na advocacia!

Que a tecnologia faz parte da nossa vida nós já sabemos, mas nos últimos anos isso ficou ainda mais visível. Pode-se notar que surgiram diversas plataformas com a finalidade de auxiliar o exercício da advocacia como, por exemplo, no contato com clientes no cotidiano.

Assim, ficou mais fácil  para os advogados e bacharéis se conectarem com trabalhos e conseguirem destaque no mercado. No entanto, é necessário investir em boas plataformas para que tenham a segurança e sejam facilitadoras de todo o processo de contato com seu cliente. 

Se interessou? Conheça o Juris, uma plataforma que irá te conectar com correspondentes de todo o país, e o melhor, você poderá receber serviços jurídicos perto de você!

2- Atendimento Humanizado

O fato de estarmos mais distantes durante a pandemia, trouxe à tona a necessidade de fazer um atendimento mais humanizado, onde o cliente realmente se sinta mais acolhido. O público passa a ser o centro das estratégias no digital, e no ramo da advocacia não é diferente. 

Justamente por se tratar de problemas judiciários que não se pode negligenciar! Afinal de contas, nada melhor do que sentir um profissional atento às solicitações e, acredite, isso pode ser um diferencial na hora da contratação.

3- Legal Design   

O Legal Design faz uma combinação de design, tecnologia e direito. A aplicabilidade é em serviços jurídicos rompendo com pensamentos e costumes tradicionais da área, trazendo assim inovações e criatividade, para a resolução de conflitos.
Com isso, podemos pontuar 3 principais objetivos:

  • Auxiliar clientes e profissionais do direito;
  • Criar regras de abordagens ao público, utilizando ferramentas mais intuitivas através de técnicas de design e otimizando interfaces de sistemas jurídicos;
  • Foca em ações diferenciadas e melhora a metodologia. 

Sendo assim, é notório que esse sistema é um facilitador que trará melhores soluções, e em 2022 estará muito mais forte.

Novidades jurídicas

4- Automatização jurídica

Já mencionamos o impacto que a tecnologia terá em 2022 na área da advocacia. E a automatização dos processos e trabalhos será mais que essencial para esse ano.  No Juris, além de receber serviços jurídicos dentro da plataforma, você  consegue organizar todas as suas diligências, entrar em contato direto com seu cliente e ficar por dentro de todas as publicações dos Diários Oficiais da Justiça brasileira através da ferramenta do informador jurídico. 

Quer conhecer um jeito fácil de acompanhar seus processos

É possível que com esses sistemas, você tenha um controle processual maior, controle financeiro e um contato personalizado com seus clientes, gerindo melhor toda a suas diligências. 

5- Marketing jurídico

Essa vertente vem crescendo muito desde 2019, e neste ano, a tendência é crescer ainda mais, para isso precisamos entender os benefícios e o porquê o marketing jurídico é diferente  do marketing comum.  

O marketing serve para vender seus produtos e serviços em qualquer lugar, porém  na advocacia é um pouco diferente, pois há  regras estabelecidas no código de ética da OAB, para assegurar a publicidade dos advogados.

Mas isso não quer dizer que você não possa investir no marketing de conteúdo. Confira algumas estratégias que você pode utilizar nas redes sociais:

  • Criar conteúdos em vídeos sobre novidades da área; 
  • Agendamento de posts para estar sempre ativo;
  • Utilizar sempre as ferramentas de caixinha de perguntas e interações 

6- Direito 5.0

Entre tantas novidades na advocacia, o direito 5.0 vem se destacando pela forma ágil de atendimento e soluções de problemas. É um fato que não podemos mais ter como base paradigmas antigos e a única solução para se destacar no mercado é inovar! 

A tecnologia deve ser uma aliada, mas o grande diferencial é utilizá-la de forma mais humanizada, a advocacia 4.0 veio trazendo uma automação em processos para que os profissionais do direito pudessem ser cada vez mais eficientes, corrigindo erros humanos e agilizando operações manuais. O 5.0 veio para agregar, trazendo toda a eficácia do 4.0  com uma vertente cada vez mais forte de relações interpessoais. Aliar essas duas lógicas será um grande desafio, mas com certeza será um grande diferencial no mercado. 

São muitas novidades da advocacia para 2022 , por isso é necessário que você esteja sempre com as melhores plataformas, sistemas com ferramentas que vão te manter antenado às novidades, trazer seus clientes cada vez mais próximos de você e ainda te dar uma garantia de segurança para realizar da melhor forma o seu trabalho! 

Se você deseja isso tudo para 2022, nada melhor que conhecer o Juris!

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Mudanças à caminho: Votação da oab sobre publicidade na advocacia

O tema publicidade na advocacia é sempre bastante controverso. Isso porque, ela está regulamentada no Estatuto da Advocacia e da OAB, instituído pela Lei 8.906/94, no Código de Ética e Disciplina vigente, e pelo Provimento 94/2000, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os quais deixam claro que deve ser realizada com caráter informativo e obedecendo às regras da discrição e sobriedade.

Contudo, é incontestável que vivemos em uma era em que a maioria das pessoas utilizam das redes sociais, sobretudo, os profissionais perceberam que é possível expandir seus relacionamentos e negócios, uma vez que seu trabalho se torna mais visível. Logo, podem aumentar a clientela e com os advogados não seria diferente! 

Porém, estes profissionais do Direito devem se atentar às regras estatutárias vigentes que disciplinam a atuação do advogado e da advogada com o objetivo de evitar a mercantilização. Assim, diante de uma proposta de renovação das regras de publicidade para a advocacia, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou novos dispositivos sobre publicidade.

O novo projeto que irá substituir o provimento 94/20, conta com 13 artigos que adequam o marketing no mundo jurídico às possibilidades tecnológicas disponíveis e a votação está sendo feita artigo por artigo. 

Se interessou? Quer saber mais sobre as novas regras da publicidade? Continue a leitura e confira quais artigos, até agora, já foram aprovados!

É possível o Marketing! Saiba sobre as responsabilidades

Como mencionado, os conselheiros federais estão averiguando questões como a forma de utilização das redes sociais, assim como a participação de advogados em veículos tradicionais de mídia, mas também nos novos meios de comunicação. 

Nesse sentido, foi estabelecido 9 conceitos no art. 2º, já aprovado, que dizem respeito ao marketing jurídico, marketing de conteúdos jurídicos, publicidade, publicidade profissional, publicidade de conteúdos jurídicos, publicidade ativa e passiva, captação de clientela e mercantilização. 

Mas por que esses conceitos são tão importantes? Bom, para começar nem o termo “marketing jurídico” existia na regulação da publicidade da categoria. Então, os dispositivos passam a autorizar o marketing, o que é um grande avanço para os advogados e advogadas. 

Contudo, o artigo 1º – também já aprovado – alerta que isso será possível desde que exercido de forma compatível com os preceitos éticos e respeitadas, é claro, as limitações impostas pelo Estatuto da Advocacia, Regulamento Geral, Código de Ética e Disciplina e por este Provimento que vem sendo votado. 

Além disso, ressalta-se que todas as informações prestadas nas publicidades devem ser verdadeiras. Inclusive, no §1º do referido artigo, estabelece que a responsabilidade por essas informações são de pessoas físicas identificadas e dos sócios administradores da sociedade de advocacia, no caso de se tratar de pessoa jurídica. 

Então, em caso de descumprimento, essas pessoas responderão solidariamente pelos excessos perante a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sem excluir a participação de qualquer outro que tenha participado da publicidade, sendo de suas responsabilidades comprovar a veracidade das informações veiculadas, sob pena de incidir na infração disciplinar.

Conceitos importantes! 

Foram estabelecidos 9 conceitos no art. 2º, saiba mais sobre cada um:

Marketing Jurídico X Marketing de Conteúdos Jurídicos

Basicamente, consiste na utilização de estratégias planejadas para alcançar objetivos do exercício da advocacia. Então, seria o marketing destinado aos profissionais da área jurídica. Já o conteúdo jurídico deve ser voltado a informar o público com o objetivo de consolidar o profissional no mercado e não como forma de mercantilização. 

Dica: Na plataforma Dubbio, você profissional jurídico pode publicar gratuitamente seus artigos jurídicos. Uma ótima oportunidade para você que quer divulgar os seus conhecimentos e ainda captar novos clientes de forma ética e autorizada pela OAB.

Publicidade

No que diz respeito à publicidade, o provimento ainda faz algumas diferenciações entre a publicidade profissional, privada e a de conteúdos jurídicos. Isso porque, hoje em dia, é muito comum que advogados ou advogadas utilizem as redes sociais para divulgar o dia-a-dia. Sendo assim, quando se tornam públicas as informações a respeito de pessoas, ideias, serviços ou produtos, estaremos diante do que é entendido como publicidade tão somente. 

Porém, quando se tratar do compartilhamento de informações referentes ao exercício profissional, bem como os dados do perfil da pessoa física ou jurídica inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, estaremos diante da publicidade profissional. Há ainda a publicidade de conteúdos jurídicos, esta diz respeitos aqueles posts de caráter meramente informativo!  

Publicidade Ativa e Passiva

Em continuidade, o provimento traz ainda a publicidade ativa e passiva. O que elas possuem de diferente das demais? Bom, aqui deve-se levar em conta quem o profissional deseja atingir. Então, se a divulgação é capaz de atingir um número indeterminado de pessoas, mesmo que elas não tenham buscado informações sobre aquele assunto, estaremos falando da publicidade ativa. 

Ao passo que, na publicidade passiva a postagem atinge um número específico, qual seja, o público daquele profissional, bem como aqueles que buscaram sobre o assunto informado ou por aqueles que concordaram previamente em receber informações, por exemplo, no caso de cartilhas mensais realizadas pelo(a) advogado(a) sobre temas jurídicos.

Captação de Clientela X Mercantilização

A publicidade na advocacia sempre foi bastante discutida e um dos temas mais controversos é a respeito do limite da divulgação, isto é, até onde ela está visando a captação de clientes e a mercantilizar a profissão. 

Nesse sentido, segundo o art. 2º, incisos VIII e IX, a captação de clientes seria a utilização do marketing como forma de angariar clientes ou aquela que estimula o litígio. Já a mercantilização é aquela que o profissional utiliza-se da divulgação com a finalidade meramente comercial aos serviços jurídicos. 

Seria o caso, por exemplo, do advogado ou advogada que oferece os serviços jurídicos como se oferecesse algo de comércio comum, de uma relação típica de consumo como práticas de promoção. 

Posts patrocinados: é possível?

Dentre as diversas estratégias utilizadas por empresas e marcas, estão os posts patrocinados. Trata-se de um investimento pago às redes sociais para impulsionar a publicação atingindo um maior número de usuários. Ou seja, há um maior alcance do público, o que consequentemente eleva os lucros, se estivermos falando de venda de produtos, por exemplo. 

Na última sessão, o artigo 4º também foi aprovado trazendo uma grande novidade: será admitida a utilização de anúncios pagos! Porém, somente no que diz respeito ao marketing de conteúdos jurídicos, devendo o profissional tomar os devidos cuidados para não cair na mercantilização, captação de clientela ou  empregar recursos financeiros excessivos, pois caracterizam práticas vedadas à advocacia.  

Então, a partir disso, é possível dizer que o profissional pode utilizar do Google Ads, por exemplo, que nada mais é que uma plataforma de publicidade, na qual o usuário paga  para anunciar seu produto ou serviço, aparecendo na primeira página do google. Contudo, isso só poderá ocorrer quando responsivo a uma busca iniciada pelo potencial cliente e desde que as palavras selecionadas estejam em consonância com o código de ética.

Além disso, o artigo 3º traz algumas outras condutas que não devem ser praticadas pelo profissional, isso porque a publicidade deve possuir finalidade meramente informativa. Nesse sentido, não poderá o advogado ou advogada em suas publicações :

  • fazer referência a valores de honorários ou descontos e reduções de preços;
  • anúncio especialidades para as quais não possua título certificado; 
  • utilizar de orações ou expressões persuasivas de auto engrandecimento ou de comparação; e
  • Distribuir brindes, cartões de visita, material impresso e digital, apresentações dos serviços ou afins de maneira indiscriminada em locais públicos presenciais ou virtuais, salvo em eventos de interesse jurídico; 

Então, o profissional deve observar essas vedações antes de realizar qualquer publicidade. Uma outra vedação e não menos importante que as demais, trata-se da divulgação ou menção a decisões judiciais e resultados de qualquer natureza obtidos em procedimentos que patrocina ou participa de alguma forma, ressalvada a hipótese de casos  de grande repercussão cobertos pela mídia.

Entretanto, será  possível a divulgação de imagem, vídeo ou áudio contendo a atuação profissional, inclusive em audiências e sustentações orais, em processos judiciais ou administrativos. 

O Conselho Pleno da OAB Nacional continuará analisando o novo provimento sobre a publicidade na advocacia que visa atualizar o Provimento 94/2000 e, como já mencionado, a votação do texto tem ocorrido de artigo por artigo para avaliar detalhadamente a apresentação de emendas e propostas. Fique de olho para mais novidades! 

Se quiser saber mais, confira o projeto na íntegra.

Preposto em audiência online, por que devo contratar?

Que a pandemia do coronavírus mudou a forma de todos trabalharem, isso todo mundo já sabe, não é mesmo? O distanciamento social imposto pelas autoridades produziram efeitos marcantes no funcionamento da atividade jurisdicional. Tais mudanças foram desde a atendimentos presenciais limitados, processos paralisados à audiências presencialmente que foram substituídas pelas audiências online.

Na prática não tem sido muito diferente, até porque a audiência online não é um tipo específico de audiência, mas simplesmente uma maneira de conduzir esse procedimento. Então, por exemplo, no caso de conciliação ou mediação, no qual o objetivo é solucionar o conflito por meio de um acordo entre as partes, o uso da videoconferência pode ser bastante positivo, porque evita que haja um deslocamento das partes e acaba acelerando a fase inicial do procedimento.

Nesse sentido, a virtualização do processo que vinha em um ritmo lento, obteve uma aceleração nos últimos meses. Assim, diante da implementação desta modalidade de audiência, foi possível perceber que existem diversos benefícios não somente aos operadores do direito, mas para toda a sociedade, na medida em que permite uma maior economia de tempo e dinheiro.

Porém, vale lembrar que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) deixa claro que as audiências onlines somente se realizarão se houver concordância das partes. Porém, caso a parte não concorde, é necessário fundamentar sua oposição para que possa ser analisada . E, para facilitar e agilizar o processo, ainda é possível contratar um preposto qualificado para sua representação em audiências de conciliação e instrução mesmo elas ocorrendo de forma virtual.

Se interessou? Você sabe como funciona uma contratação de preposto? Continue a leitura e descubra mais sobre o assunto!

O que é um preposto? Como ele pode te auxiliar?

Bom, os prepostos são as pessoas que representam junto ao Judiciário, uma empresa ou organização e, para isso, é necessário ter em mãos a “Carta de Preposição”

Em outras palavras, é a possibilidade de uma empresa poder fazer-se representar em uma audiência por uma outra pessoa e não por seu gerente ou algum funcionário, por exemplo. 

Nesse sentido, é de suma importância o conhecimento do preposto quanto aos fatos. Isso porque, como ele atuará em nome da empresa, suas declarações serão tomadas como se fossem proferidas pela própria empresa. 

É possível observar uma maior atuação do preposto em audiências trabalhistas, na qual este representa seu empregador na sala de audiência, de modo que seu trabalho na Justiça do Trabalho inicia desde a notificação da audiência, com o agendamento da data e horário previstos para ela, até o seu depoimento em juízo, podendo sua atuação, inclusive, ir além da audiência, proporcionando o sucesso ou o fracasso da ação trabalhista para a empresa que está representando.

Então um representante bem preparado, consciente de sua importância e responsabilidade contribuirá para minimizar as condenações da empresa e facilitar o trabalho do advogado.

É necessário ressaltar que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) exigia, em regra, que a empresa se fizesse representar em audiência necessariamente por empregado. Contudo, tal entendimento foi afastado e, hoje, é consolidado o entendimento de que não é necessário que o preposto seja empregado da empresa da qual é representante judicial. 

Porém, a atuação do preposto não se limita à Justiça do Trabalho, sendo possível também sua atuação nos Juizados Especiais, em licitações e diligências. Com a promulgação da Lei nº 9.099/95, houve grandes transformações no direito processual, dentre elas, a possibilidade do réu pessoa jurídica ou titular de firma individual se fazer representar em audiência por preposto.

Para tanto, em ambos os casos, isto é, na justiça do trabalho ou nos juizados especiais, será necessário a apresentação da respectiva carta de preposição fornecida pela sociedade representada.

Benefícios de contratar um preposto

Hoje em dia o advogado vive em um ambiente cheio de prazos processuais, consultorias e audiências agendadas, dentre outras demandas jurídicas que têm tomado conta do horário desses profissionais. 

Por isso, surge daí a importância de contratar correspondentes! Com o repasse das diligências a esses profissionais, o advogado conseguirá uma economia de tempo que poderá ser revestida em outras atividades, de forma estratégica.

Vale destacar que os benefícios não se limitam à economia de tempo dos advogados, mas também na economia do seu empreendimento. Isso porque é mais econômico manter equipes dedicadas a atividades voltadas à essência do negócio, isto é, sua atividade-fim, seu core business

Por exemplo, caso seu escritório atue de forma majoritária em demandas trabalhistas, possuindo uma extensa cartela de clientes, vale muito mais a pena manter sua equipe focada nas atividades principais (elaboração de peças e atendimento aos clientes) ao invés de comparecer em audiências. Para isso, você pode contratar um correspondente!

Mas afinal, como saber se estou contratando um preposto que fará um bom serviço? 

4 dicas para contratar um preposto

Como vimos, contratar um correspondente para atuar como preposto ajuda a poupar não só dinheiro como também tempo. Porém, deve-se tomar cuidado na contratação porque, como já mencionado, os prepostos em uma audiência representam a empresa, então todas suas declarações comprometem e responsabilizam a empresa. 

Além disso, o não comparecimento do preposto na audiência, sem motivo relevante, devidamente comprovado, pode acarretar em revelia, gerando um prejuízo enorme!

Pensando nisso, o Juris desenvolveu para você 4 dicas para contratar um preposto, veja a seguir:

1- Site especializado em correspondência jurídica

Existem diversas formas de entrar em contato com um correspondente jurídico, desde as tradicionais ligações telefônicas até sites e plataformas online que possibilitam que os escritórios e advogados solicitem diligências que precisarem e que os correspondentes respondam.

O Juris é uma delas! Aqui é possível organizar sua demanda e trocar mensagens e documentos por dentro do site. Para isso, os advogados correspondentes se cadastram, incluem suas especialidades, formação acadêmica, comarca onde realizam seus serviços e o que mais otimiza a procura: quais diligências estão dispostos a fazer e sua área de atuação, entre outras informações imprescindíveis na hora de contratar um correspondente.

Mas, como funciona? Você pode enviar sua demanda, especificando o tipo de serviço que precisa que seja realizado e sua respectiva localidade, de forma gratuita pela plataforma. Posteriormente, receberá o contato dos correspondentes interessados em cumpri-la e poderá negociar diretamente com os candidatos. Viu? Super fácil! 

Então, por meio do Juris é possível encontrar correspondentes para atuarem como preposto para você ou para seu escritório! Se quiser saber mais como funciona, clique aqui.

2- Confira a experiência do preposto 

É importante confiar na pessoa que será o preposto da empresa na audiência ou em qualquer outro ato que será realizado. Para isso, nada melhor que conhecer as experiências do profissional, não é mesmo? E como vivemos em uma era com fácil acesso a informação, buscar informações sobre o profissional não é uma tarefa tão difícil.

Buscar informações é algo comum e deve ser feito sempre que possível, pois se trata de uma forma a mais de garantir a contratação da pessoa certa.

3- Passe todas as informações

Uma outra dica é: passe todas as informações que acredita serem necessárias ao preposto. É importante que o preposto conheça bem os fatos do processo para garantir um bom desempenho do profissional. 

Essa dica é valiosa, porque nada adianta você seguir as outras dicas e não se preocupar em passar para o correspondente as informações, evitando que ele chegue despreparado. Lembre-se: é o preposto que irá te representar! 

Por isso, é fundamental que ele entenda a fundo o contexto da discussão jurídica e, para isso, você pode enviar um documento com todas as informações pontuadas, destacando o link de acesso a audiência.

4- Preocupe-se com a documentação

Por fim, a última dica e não menos importante é quase que um alerta, porque quando uma parte não faz a juntada de documentos originais no prazo determinado, fica sujeita a sanções dos efeitos de revelia. Nesse sentido, pode parecer simples para uns, mas para outros acaba passando despercebido. 

Como já mencionado, o representante da empresa deve ter em mãos a carta de preposição no momento da audiência. Assim, é importante anexar à carta de preposição uma cópia do contrato social da empregadora e que o documento deve estar assinado pelo representante legal da empresa, sem necessidade de reconhecer a firma.

Enfim, não é muito difícil contratar um correspondente para atuar como preposto. Então, se você deseja poupar tempo e dinheiro, acesse o Juris Correspondente, o maior e melhor site especializado em advocacia por correspondência do Brasil.

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